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terça-feira, julho 21, 2015



Aqui vai um conselho para você: concentre-se no clitóris. Um estudo publicado na revista Clinical Anatomy garante ter descoberto a chave para o orgasmo feminino. A pesquisa afirma que não há orgasmo vaginal, clitoriano ou mesmo o tão perseguido ponto G, e que o “orgasmo feminino” deve ser usado como um termo geral para descrever qualquer momento em que uma mulher atinge o seu clímax.


Estimulação do clitóris é mais importante que a penetração
Até então, acreditava-se que as mulheres poderiam chegar ao orgasmo através de relações sexuais com penetração, e que os orgasmos através do ponto G, da vagina ou do clitóris diferiam um do outro. Mas, de acordo com cientistas, a maioria das mulheres em todo o mundo não consegue atingir o orgasmo durante o sexo apenas com a penetração, e a estimulação do clitóris é muito mais importante do que todo o resto que acontece durante o sexo.

O clitóris é a zona mais erógena do corpo feminino, muitas vezes chamado de “pênis feminino” porque é feito do mesmo tipo de células que o pênis masculino. Além disso, é possível que qualquer mulher atinja o clímax se seus órgãos eréteis — que incluem o clitóris, os bulbos vestibulares e o tecido esponjoso — forem efetivamente estimulados.

O sexologista e co-autor da pesquisa, Dr. Vincenzo Puppo, diz que a ejaculação masculina não significa necessariamente o fim do sexo para a mulher. “O toque e o beijo podem continuar quase que indefinidamente, e os atos sexuais que não envolvem a penetração do pênis na vagina podem ser usados para proporcionar o orgasmo na mulher.


O tamanho do clitóris afeta o orgasmo dela 

Os pesquisadores disseram que, embora o orgasmo seja complexo, o tamanho e a localização do clitóris podem ser fundamentais para que a mulher sinta prazer durante o sexo. Segundo o estudo, mulheres com problemas para chegar ao orgasmo geralmente têm o clitóris menor e localizado mais longe da vagina. 

As descobertas feitas pelos cientistas podem levar a novos tratamentos para mulheres que sofrem de anorgasmia — disfunção sexual em que a pessoa não consegue atingir o orgasmo. Dez das mulheres avaliadas reportaram ter raramente (ou nunca ter) chegado ao clímax apesar das tentativas. Já o restante afirmou ter experiências normais durante o sexo. As mulheres que disseram ter problemas para chegar lá tinham clitóris menores e localizados mais longe da vagina.

Publicado terça-feira, julho 21, 2015 por Erotika Toys

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quinta-feira, abril 30, 2015


Nos últimos dias, quem acompanha o Twitter ou as colunas de famosos viu que muita gente resolveu abrir o coração e contar que dorme sem calcinha. Na verdade, não foi uma confissão, mas uma campanha publicitária de uma marca de sabonetes íntimos.

A gente acha muito legal quando marcas resolvem fazer campanhas que ensinam ou melhoram algo e deixam de lado a ideia de um vídeo com uma mulher andando de um lado para o outro cheia de frescor vaginal e atraindo a atenção dos homens – como se esse fosse o único objetivo feminino.

E por achar tão legal a ideia de conscientizar sobre o tema, resolvemos buscar informações sobre ele. É mesmo bom dormir sem calcinha? E o sabonete líquido, ele é mesmo a melhor escolha?

Sono e calcinha

A verdade é que, em um mundo perfeito, a gente não usaria calcinha nunca. Ela só é boa para segurar o absorvente, quando você está menstruada. Nos outros momentos seria totalmente dispensável se não fossem as regras sociais de conduta.

Pois é, temos que usar calcinha porque é uma regra social, mas pela saúde o melhor seria não usar. E se você usa aqueles protetores diários na calcinha, pode jogá-los no lixo, eles também não são nada bons para a saúde da sua vagina.

Tanto a calcinha quanto o absorvente deixam a região abafada e isso aumenta a chance de infecções. E isso também vale para roupas apertadas e tecidos sintéticos. A infecção libera diferentes tipos de corrimento. Se você notar algo assim, busque a opinião de um médico.

A saída para tudo isso é dormir sem calcinha e deixar a região ventilar. Se você dorme por oito horas já é um terço do dia sem calcinha, deixando a vagina livre para respirar e fazer sua própria manutenção do PH.

Higiene e banho

Os médicos ainda não entraram em um consenso – como em grande parte dos assuntos -, mas a indicação é de que a vagina seja lavada com sabonete apenas uma vez ao dia. Isso mesmo, uma vez. Isso é indicado porque se o PH vaginal for alterado ele pode causar um desequilíbrio, atrapalhar sua saúde e causar infecções.

Para manter a flora vaginal intacta é preciso lavar apenas a parte externa, chamada de vulva – popularmente usamos o nome vagina para designar o todo, mas não é uma coisa só ;) - e sem exageros: pouco sabonte e muita água são as indicações.

Sobre o sabonete íntimo, ainda há questionamentos sobre sua real utilidade, mas os médicos apontam que não há problema em usa-lo caso você goste, desde que siga as regras de higiene, que são as mesmas para qualquer tipo de produto.

Dicas rápidas

* Não use nenhum tipo de sabonete mais de uma vez por dia na vulva.
* Evite duchas na região vaginal.
* Seque bem a região após o banho.
* Use roupa íntima de algodão, que facilita a ventilação.
* Durante a menstruação, faça a higiene, com água abundante, mais de uma vez por dia.
* Durma sem calcinha e com pijamas largos para aumentar a respiração da área.
* Se você escolher usar sabonetes íntimos, escolha os hipoalergênicos.


Publicado quinta-feira, abril 30, 2015 por Erotika Toys

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segunda-feira, abril 27, 2015

Ardência, incômodo ou dor durante a relação sexual ou mesmo após são queixas comuns nos consultórios ginecológicos. Porém, o sintoma não é saudável. Apesar de não ser indicativo necessariamente de uma Doença Sexualmente Transmissível, ele denuncia que algo não vai bem com a saúde.

Segundo a ginecologista Fernanda Cristina Antunes de Araújo, a dor na penetração pode significar desde infecções e doenças virais a até mesmo condições psicológicas. Ela lista as anormalidades que podem levar ao incômodo:
Dor no sexo: possíveis causas

Falta de lubrificação
A causa mais comum do problema é a falta de lubrificação da vagina na hora da penetração. De acordo com a Dra. Fernanda, ao notar dor ou incômodo durante a relação, o primeiro passo que a mulher deve tomar é procurar um médico para investigar se seu nível de lubrificação está normal. “As preliminares são muito importantes para isso”, salienta.

Infecções na vagina e vulva
Algumas infecções vaginais, como a candidíase, podem provocar dor. Estas condições são detectadas pelo exame ginecológico e geralmente tratadas com antibióticos.

Infecção urinária
“A bexiga fica muito perto da vagina, então, quando há infecção, acaba provocando dor”, afirma a ginecologista. “No entanto, raramente este é o primeiro sintoma da cistite: a mulher acaba descobrindo por conta de outros sinais que aparecem antes”, completa.

Endometriose
Um dos sintomas da endometriose, doença que pode levar à infertilidade, é a dor, inclusive durante a relação.

Menopausa
“Na menopausa, o tecido vaginal fica mais fininho, podendo causar incômodo para a mulher durante a penetração”, explica Dra. Fernanda.


Na menopausa, a pele da vagina fica mais fina e sensível, o que leva muitas mulheres a sentirem dor na relação

DSTs
Algumas Doenças Sexualmente Transmissíveis podem provocar dor no ato sexual em um primeiro momento. É o caso da gonorreia e clamídia. “No entanto, com o evoluir do quadro, a dor passa a acontecer em outras situações também”, diz a especialista.

Geralmente a dor vem acompanhada de outros sintomas, como ardência, corrimento com mau cheiro, dor durante o período menstrual e cólica mais forte do que o normal.

Vaginismo
Esta é uma condição de origem emocional que gera transtornos para a vida sexual da mulher, já que afeta diretamente a parte física. A paciente apresenta contrações involuntárias da região da vagina e falta de lubrificação adequada, o que dificulta a entrada do pênis e causa muita dor. “Em alguns casos, a mulher sente dor até mesmo durante a manipulação com o dedo”, afirma Dra. Fernanda.
Neste caso, deve ser feito acompanhamento médico com um ginecológico e um terapeuta.

Pode ser a posição sexual?
A ginecologista explica que a musculatura da região vaginal pode ficar mais ou menos relaxada dependendo da posição, mas que isso não deve causar um incômodo expressivo ou prolongado.

Pênis muito grande causa dor?

Pênis muito grande não deve causar dor prolongada, já que a vagina se adequa ao tamanho do órgão


Ainda que seja grande, o órgão masculino só irá gerar incômodo no início da penetração, já que a vagina tem muita elasticidade e logo se adapta ao tamanho do pênis.
Dores após relações

Algumas mulheres observam dor, ardência ou um pequeno sangramento horas depois da relação. Segundo a Dra. Fernanda, isso não deve acontecer e precisa ser investigado pelo médico.

“Pode ser que o canal vaginal tenha sido ferido durante a relação, devido ao pênis muito grande ou penetração muito prolongada”, alerta a ginecologista. “Já o sangramento pode indicar presença de feridas de HPV no colo do útero e região. Por isso, é importante fazer o exame de Papanicolau”, orienta.

Publicado segunda-feira, abril 27, 2015 por Erotika Toys

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sexta-feira, abril 17, 2015


A vagina é quase um assunto proibido. Ninguém fala sobre ela, ninguém incentiva que você toque a sua própria e muito menos que a conheça muito bem. Mas para uma vida sexual gostosa e prazerosa é necessário se conhecer e ela é uma parte bem importante disso. Preparada? 

O seu clitóris também tem ereção
Não é como nos caras, que o pênis dobra de tamanho, mas ele fica maior e entumecido. Tudo para o seu prazer.

Sua vagina aumenta durante a excitação 
Aí sim é como os homens: ela dobra de tamanho! Quanto mais tesão, mais alongado fica o canal vaginal e o útero muda de posição para não atrapalhar a penetração.

Nem toda mulher nasce com hímen 
Sabe o apêndice, que é uma parte meio inútil do corpo e as pessoas tiram quando inflama? Ele é o restinho de um órgão que foi suprimido com a evolução. A ausência do hímen segue o mesmo raciocínio: como não tem muita utilidade, há crianças que já nascem sem eles.

8 mil terminações nervosas de prazer
Sim, esse é o número de terminações nervosas do seu clitóris - o pênis só possui 4 mil!. Não dá para fazer de conta que o clitóris não está ali e abrir mão desse prazer incrível, hein!

Vaginas não ficam mais largar por uso 
Você pode transar o quanto quiser e sua vagina não vai ficar mais larga ou frouxa. Isso é um mito criado para controlar sua vida sexual! A vagina se dilata para receber o pênis e depois se fecha para seguir a vida. Com a idade, é claro que a musculatura fica menos flexível, mas nada demais. E o parto, se bem feito, não causa nenhum problema também.


Publicado sexta-feira, abril 17, 2015 por Erotika Toys

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terça-feira, abril 07, 2015


Essa é uma pergunta que tira o sono de mulheres e homens. Uma dúvida que, por mais que tenha sido respondida na aula de biologia da escola, ainda martela na cabeça das pessoas e as deixa preocupadas.

Será que quando uma mulher faz muito sexo ela fica com a vagina frouxa? Depois de ter um bebê, então, o que acontece com esse órgão sexual? A elasticidade dela não acaba nunca – como um elástico de verdade? Vamos acabar com essas indagações!

O uso não interfere em nada. A lenda que existe é que, quando a mulher tem muitos parceiros, ela fica com a musculatura da vagina frouxa, larga. Mentira. Não existe mulher que ficou “larga” por fazer sexo demais, além disso, o número de parceiros não interferiria em nada, mas sim o número de relações, não? Mas a vagina é um músculo e ela volta sempre ao seu tamanho normal.

Mesmo quando a mulher passa por um parto normal, não há problemas. A vagina, com a ajuda de diversos hormônios, fica relaxada ao ponto de permitir a passagem do bebê, mas volta ao tamanho normal após as contrações e o trabalho de parto.

Existem más práticas profissionais, durante o parto, que podem acarretar em problemas na musculatura vaginal. A episiotomia, um corte feito no períneo para facilitar a passagem do bebê. O procedimento é feito sem necessidade em muitos casos e muitas vezes é realizado de maneira errada, que prejudica a musculatura. Mas esse já é um problema cirúrgico e não físico.

Conforme a mulher envelhece, a vagina também envelhece – o que não quer dizer ficar larga ou mole. Ela fica um pouco mais flácida, por causa da perda de fibra, mas isso pode ser resolvido com exercícios antes e durante o sexo.

Os exercícios podem ser feitos por mulheres de qualquer idade e em qualquer lugar ou momento. Deixar a musculatura da vagina e o assoalho pélvico fortalecidos pode dar mais prazer a você, como no caso do pompoarismo. A ginástica vaginal é a seguinte: contraia os músculos da vagina durante 2 segundos e relaxe. Repita durante 10 minutos.

A verdade é que o que dá a sensação de aperto ou frouxidão é a lubrificação. Quando a mulher está muito molhada, o atrito é menor, então ela parece mais larga, já que é mais fácil receber o pênis; se estiver seca, quase todos os tamanhos de pênis terão dificuldade para entrar, parecendo que ela é mais justa.


Publicado terça-feira, abril 07, 2015 por Erotika Toys

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quinta-feira, abril 02, 2015

Todo mundo sabe tudo sobre sexo e tem uma vida sexual intensa, cheia de prazer e orgasmos múltiplos. Ok, a gente sabe que as coisas não são bem assim e que isso é só uma maneira de não falar sobre assunto, então escolhemos alguns termos sexuais que muita gente nunca ouviu e nem imagina do que se trata. Divirta-se!

Algofilia: tesão por sentir dor durante a relação sexual.


Autoasfixia ou Morte Autoerótica: a pessoa se priva de oxigênio e isso, teoricamente, potencializa o orgasmo na hora da masturbação.


Catena: é tipo um trenzinho: você dá algo e recebe algo. Por exemplo, uma pessoa faz sexo oral enquanto é penetrada. E isso acontecia, no Império Romano, durante sexo grupal.


Coito intercrural ou interfemural: fricção do pênis entre as coxas da outra pessoa.


Coprolalia: tesão por usar palavras que podem humilhar o outro durante a relação sexual. Tem quem curte falar e tem que curte ouvir, mas esse aqui é o nome de quem gosta de falar.


Crematistófilo: pessoas que ficam excitadas por pagarem por sexo. Ou ser roubado pelo parceiro.


Dispareunia: dor feminina durante o sexo.


Formicofilia: quem se excita ao ter o órgão sexual em contato com insetos, formigas, caracóis ou rãs.


Gerontofilia: pessoa que tem tesão por idosos (sem ser um idoso, é claro).


Ligerastia: é quando uma pessoa precisa estar no escuro para ficar excitada. No claro não funciona.



Menofilia: quem curte mulheres menstruadas, é.


Nanofilia: atração sexual por anões.


Orgasmolepsia: quando uma pessoa não consegue chegar ao orgasmo mesmo estando excitada.


Pogonofilia: fetiche por barba


Riparofilia ou Misofilia: tesão por gente suja.


Trampling: fetiche em ser pisado por outra pessoa. Até mesmo no órgão sexual.


Tribadismo: fricção entre duas vulvas.


Urofilia (Golden Shower): fazer xixi em outra pessoa ou receber esse xixi feito pelo parceiro. Algumas pessoas ainda o bebem ou colocam dentro da vagina ou ânus.




Publicado quinta-feira, abril 02, 2015 por Erotika Toys

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terça-feira, fevereiro 10, 2015

Publicado terça-feira, fevereiro 10, 2015 por Erotika Toys

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terça-feira, novembro 11, 2014

Publicado terça-feira, novembro 11, 2014 por Erotika Toys

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