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segunda-feira, novembro 30, 2015

Quando se trata de sexo heterossexual, a disparidade no orgasmo é real e significativa. Os motivos desta discrepância são complexos e bem variados, mas não podemos negar que viver em uma cultura que há muito associa o prazer sexual das mulheres com a vergonha e julgamento é responsável por boa parte dessa culpa. É por isso que é importantíssimo quando mulheres famosas abraçam publicamente a sua sexualidade e insistem em não deixar de lado a recompensa do prazer - não importa o quanto demore ou quantas instruções elas precisem oferecer. Eis 05 celebridades que nos lembram que a) os orgasmos são maravilhosos e b) as mulheres devem se sentir bem muito mais empoderadas ao ir atrás do que é delas.

01. Nicki Minaj:

Eu exijo chegar ao clímax. Acho que as mulheres deveriam exigir isso. Uma amiga minha nunca teve um orgasmo sequer na vida. Na vida! disse ela à Revista Cosmo. Isso deixa o meu coração partido.

02. Halle Berry:

Você sabe aquilo que dizem que as mulheres são responsáveis pelos seus próprios orgasmos? É tudo verdade. Eu vou lhe dizer uma coisa: eu descobri os meus truques. Eu sei do que gosto. Eu não fico esperando. Eu inicio. "No meu caso, isso me torna a responsável por alguns orgasmos muito bons ultimamente. Muito melhores do que quando tinha 22," contou a atriz à revista Esquire.

03. Zoe Saldana:

Não tenha inibições [na cama]... não deixe as suas inseguranças fechem você.. Seja criativa. A atriz discute sobre o poder de acabar com a insegurança sexual para a Revista Cosmo para Latinas.

04. Eva Longoria:

Eu não comecei a curtir o sexo até começar a me masturbar... agora eu dou vibradores Rabbit para todas as minhas amigas. Elas gritam de emoção quando abrem o presente. Em uma entrevista para a Revista SELF, a atriz lamentou o fato de não ter descoberto os vibradores antes.

05. Beyoncé:

Você pode ser uma mulher de negócios, uma mãe, uma artista e uma feminista - o que você quiser - e ainda ser um ser sexual. Não é algo mutualmente exclusivo. "As mulheres deveriam ser donas da sua própria sexualidade" disse ela à Revista OUT.



Publicado segunda-feira, novembro 30, 2015 por Erotika Toys

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terça-feira, julho 21, 2015



Aqui vai um conselho para você: concentre-se no clitóris. Um estudo publicado na revista Clinical Anatomy garante ter descoberto a chave para o orgasmo feminino. A pesquisa afirma que não há orgasmo vaginal, clitoriano ou mesmo o tão perseguido ponto G, e que o “orgasmo feminino” deve ser usado como um termo geral para descrever qualquer momento em que uma mulher atinge o seu clímax.


Estimulação do clitóris é mais importante que a penetração
Até então, acreditava-se que as mulheres poderiam chegar ao orgasmo através de relações sexuais com penetração, e que os orgasmos através do ponto G, da vagina ou do clitóris diferiam um do outro. Mas, de acordo com cientistas, a maioria das mulheres em todo o mundo não consegue atingir o orgasmo durante o sexo apenas com a penetração, e a estimulação do clitóris é muito mais importante do que todo o resto que acontece durante o sexo.

O clitóris é a zona mais erógena do corpo feminino, muitas vezes chamado de “pênis feminino” porque é feito do mesmo tipo de células que o pênis masculino. Além disso, é possível que qualquer mulher atinja o clímax se seus órgãos eréteis — que incluem o clitóris, os bulbos vestibulares e o tecido esponjoso — forem efetivamente estimulados.

O sexologista e co-autor da pesquisa, Dr. Vincenzo Puppo, diz que a ejaculação masculina não significa necessariamente o fim do sexo para a mulher. “O toque e o beijo podem continuar quase que indefinidamente, e os atos sexuais que não envolvem a penetração do pênis na vagina podem ser usados para proporcionar o orgasmo na mulher.


O tamanho do clitóris afeta o orgasmo dela 

Os pesquisadores disseram que, embora o orgasmo seja complexo, o tamanho e a localização do clitóris podem ser fundamentais para que a mulher sinta prazer durante o sexo. Segundo o estudo, mulheres com problemas para chegar ao orgasmo geralmente têm o clitóris menor e localizado mais longe da vagina. 

As descobertas feitas pelos cientistas podem levar a novos tratamentos para mulheres que sofrem de anorgasmia — disfunção sexual em que a pessoa não consegue atingir o orgasmo. Dez das mulheres avaliadas reportaram ter raramente (ou nunca ter) chegado ao clímax apesar das tentativas. Já o restante afirmou ter experiências normais durante o sexo. As mulheres que disseram ter problemas para chegar lá tinham clitóris menores e localizados mais longe da vagina.

Publicado terça-feira, julho 21, 2015 por Erotika Toys

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quinta-feira, abril 02, 2015

Todo mundo sabe tudo sobre sexo e tem uma vida sexual intensa, cheia de prazer e orgasmos múltiplos. Ok, a gente sabe que as coisas não são bem assim e que isso é só uma maneira de não falar sobre assunto, então escolhemos alguns termos sexuais que muita gente nunca ouviu e nem imagina do que se trata. Divirta-se!

Algofilia: tesão por sentir dor durante a relação sexual.


Autoasfixia ou Morte Autoerótica: a pessoa se priva de oxigênio e isso, teoricamente, potencializa o orgasmo na hora da masturbação.


Catena: é tipo um trenzinho: você dá algo e recebe algo. Por exemplo, uma pessoa faz sexo oral enquanto é penetrada. E isso acontecia, no Império Romano, durante sexo grupal.


Coito intercrural ou interfemural: fricção do pênis entre as coxas da outra pessoa.


Coprolalia: tesão por usar palavras que podem humilhar o outro durante a relação sexual. Tem quem curte falar e tem que curte ouvir, mas esse aqui é o nome de quem gosta de falar.


Crematistófilo: pessoas que ficam excitadas por pagarem por sexo. Ou ser roubado pelo parceiro.


Dispareunia: dor feminina durante o sexo.


Formicofilia: quem se excita ao ter o órgão sexual em contato com insetos, formigas, caracóis ou rãs.


Gerontofilia: pessoa que tem tesão por idosos (sem ser um idoso, é claro).


Ligerastia: é quando uma pessoa precisa estar no escuro para ficar excitada. No claro não funciona.



Menofilia: quem curte mulheres menstruadas, é.


Nanofilia: atração sexual por anões.


Orgasmolepsia: quando uma pessoa não consegue chegar ao orgasmo mesmo estando excitada.


Pogonofilia: fetiche por barba


Riparofilia ou Misofilia: tesão por gente suja.


Trampling: fetiche em ser pisado por outra pessoa. Até mesmo no órgão sexual.


Tribadismo: fricção entre duas vulvas.


Urofilia (Golden Shower): fazer xixi em outra pessoa ou receber esse xixi feito pelo parceiro. Algumas pessoas ainda o bebem ou colocam dentro da vagina ou ânus.




Publicado quinta-feira, abril 02, 2015 por Erotika Toys

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terça-feira, fevereiro 10, 2015

Publicado terça-feira, fevereiro 10, 2015 por Erotika Toys

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terça-feira, janeiro 20, 2015


A gente sempre fala sobre como evitar a gravidez. Indesejada, é claro. Mas mesmo sem querer acabamos deixando de lado quem quer engravidar. E isso não pode acontecer! Algumas posições e truques vão facilitar a fecundação do óvulo e tornar mais próxima a chance de realizar seu desejo. 

(Lá vem os chatos falando de golpe da barriga. Aviso: mulheres podem trabalhar e conseguir suas coisas sozinha, não precisam dar golpe em ninguém. Acidentes acontecem, mas podem ter certeza que é muito mais trabalhoso para a mulher do que para o homem.) 

Posições
Não há comprovação científica, mas alguns médicos recomendam posições em que a mulher fique por baixo, com a barriga para cima. Isso facilitaria a criação de uma represinha para o sêmem. Mal não pode fazer, então vamos lá! 

A imaginação é o limite para inventar posições que deixem os dois confortáveis e prontos para engravidar. A revista francesa Cosmopolitan listou as dez posições sexuais do livro Kama Sutra favoritas das mulheres. Algumas delas podem ajudar sua criatividade a aflorar! 

Bendito orgasmo
Especialistas explicam que o orgasmo tem um papel muito importante na fecundação: suas contrações ajudam a entrada dos espermatozoides no útero.

Relaxamento pós-coito
Nada de acabar e sair andando. Fique deitada por aproximadamente meia hora com a barriga para cima – se você tem útero retroverso, vire de bruços. Colocar um travesseiro sob o bumbum também ajuda que os nadadores cheguem ao seu destino.

Publicado terça-feira, janeiro 20, 2015 por Erotika Toys

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terça-feira, janeiro 13, 2015


Todo mundo quer dar e receber prazer. É basicamente por isso que transamos e nos interessamos tanto por sexo: para curtir momentos de prazer. Mas nem sempre conseguimos fazer o que temos na cabeça e a realidade passa bem longe da expectativa. 

Para aproximar mais as duas coisas, fomos atrás de dicas de quem é bom em dar prazer para o outro, fazer a hora H ser mais interessante e chegar os orgasmo. Tem coisa que pode parecer infantil, mas pessoas de todas as idades ainda sofrem com elas. Preparada? 

Vá além dos genitais
O primeiro passo para se dar bem na cama é entender que sexo não se resume a penetração ou genitais. O corpo todo tem terminações nervosas que levam sensações gostosas ao cérebro e ele devolve isso como tesão. Entender isso e usar ao seu favor é uma das coisas que pessoas boas de cama fazem. 

Agridoce
Sabe aqueles chicletes que você coloca na boca e o sabor faz você fazer uma careta? Mas aí você morde e sai um gostinho doce e tudo fica perfeito? O sexo é assim. Ser carinhosa e ao mesmo tempo intensa é perfeito para manter o momento interessante. É importante lembrar que intensidade não é agressividade e que a resposta do outro é sempre importante. 

GPS do corpo
Não tenha vergonha de dar as direções. Não precisa ser algo tão direto como “pegue no meu peito”, pode ser “mais para a direita”, “mais devagar” ou “isso, fica aí”. Com o tempo você vai se sentindo mais segura para dizer exatamente o que quer, como sente mais tesão e o sexo vai ficando cada vez melhor. 

Olhe para o outro
Não adianta fazer estripulias sexuais sem olhar para os olhos do outro. Ver, de verdade, quem está ali com você e criar laços. No fim das contas, não importa se é só uma transa de uma noite ou se é entre um casal que está junto há anos: sem laços, momentâneos ou não, não existe sexo gostoso. 

Beije com vontade
Transar sem beijo é como se faltasse alguma coisa, como se uma parte da coisa toda estivesse sendo ignorada. A boca, além de tudo, é uma zona erógena e perfeita para ajudar a esquentar o clima. 

Sem roteiro
Depois de certo tempo de relacionamento a gente já sabe o que dá certo. Começa assim, vai para lá, coloca a mão aqui, beija ali e pronto, tudo funcionou. Mas funcionar é o que a gente espera de um eletrodoméstico, não do sexo. Sexo tem que surpreender, ser interessante e gostoso. Fugir da rotina é ótimo, surpreender o outro e ser surpreendida. Sair do roteiro torna as coisas mais excitantes e é exatamente isso que a gente busca no sexo, não é? 

Sem frescura
Entender que vocês vão ficar suados, que os pelos existem e que sentir nojo das coisas e ter prazer não combinam, são coisas importantes. É claro que para tudo há limites, mas se esforçar um pouquinho e entender que nem tudo o que parece nojento, realmente o é, pode ajudar bastante.

Divirta-se
Não procure a perfeição. Sexo é molhado, suado, escorregadio e acidentes - como as coisas não encaixarem, barulhos estranhos, a posição dar errado - acontecem. A melhor coisa a fazer nesse momento é rir. E isso ainda vai criar um laço entre vocês.


Publicado terça-feira, janeiro 13, 2015 por Erotika Toys

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terça-feira, dezembro 09, 2014


Homens também sentem insegurança na hora do sexo, isso não é uma exclusividade feminina. E para que a transa seja boa, precisa ser bacana para todo mundo, portanto é bem legal você deixar seu parceiro seguro na hora H.

Conheça seis inseguranças masculinas e formas de não deixa-las atrapalhar sua vida sexual.

Pelos
Homens e mulheres têm pelos, mas muitos caras parecem não saber disso e acham que a gente se incomoda com algo tão natural. Se você curte os pelos dele, diga. Fale que acha sexy e que te dá tesão. Mas se você não gosta, não há muito o que fazer. Pedir para que ele se depile é bastante invasivo – você não ficaria louca se ele pedisse o mesmo a você? -, então é importante encontrar uma maneira de se relacionar com os pelos sem deixa-lo magoado.

Tamanho é documento?
A gente fala e eles não acreditam: tamanho não importa – desde que você saiba manipular o clitóris. Para deixa-lo seguro você pode dizer que o pênis dele é incrível e que te faz muito feliz. Homens adoram elogios!

Sexo oral
Eles não são exatamente especialistas em vaginas, o que parece estranho, eu sei. Para os homens é complicado entender tantas especificidades, então você pode ir guiando-o para o sucesso. E é claro que é sempre bom dar um feedback dizendo que ele fez tudo direitinho.

Caras e sons
Isso é motivo de vergonha entre homens e mulheres. Quem nunca se perguntou se a cara que faz quando chega ao orgasmo ou os barulhos/gemidos que solta não são ridículos? O que você pode fazer, nesse caso, é só respeitar o momento dele e nunca fazer comentários ofensivos. O que a gente menos precisa é a polícia do look na hora em que está gozando, né?

Suor
Sexo sem fluídos não é sexo. A gente fica suado e grudento, mas é tão gostoso que ninguém nem liga para isso – aliás, pode até dar um empurrãozinho na libido e liberar nosso lado animal. Mostre a ele que você não se importa.

Ela está fingindo o orgasmo?
Essa dúvida ele nunca vai deixar de ter, talvez nem com o tempo. O que você pode fazer, muito mais por você do que por ele, é não fingir nunca. Não está legal? Fale para ele. Está gostoso? Conte que esse é um bom caminho. Uma vida sexual nota 10 é do seu interesse também! 



Publicado terça-feira, dezembro 09, 2014 por Erotika Toys

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terça-feira, novembro 25, 2014


Você deve conhecer uma pessoa irritada, triste, aquelas famosas mal amadas. Correto? Então, releve isso tudo, pois esses sintomas são de insatisfação sexual.

Lá em Londres, um grupo de cientistas estão pesquisando o efeito do Orgasmo no nosso cérebro, e o eles perceberam que no momento do ápice sexual é como se ocorresse um show de fogos de artificiais, ou então como eles chamam, “uma sinfonia do cérebro”. Além dessa beleza toda, o novo estudo mostra que o ato ajuda a prevenir doenças físicas e mentais. Que maravilha, não?

Estudos sobre o orgasmos estão por todas as partes, cientistas da Universidade de Rutgers, nos Estados Unidos, determinaram que o orgasmo ativa mais de 80 diferentes regiões do cérebro. Utilizando imagens de ressonância magnética do cérebro de uma mulher de 54 anos enquanto tinha um orgasmo, os cientistas descobriram que, no ato, quase todo o cérebro se torna amarelo, o que indica que o órgão está praticamente todo ativo. Os níveis de oxigênio no cérebro também refletem um espectro que vai desde o vermelho intenso até um amarelo claro, e isso tem um impacto em todo organismo.

A pesquisa mostrou como a atividade cerebral iniciada pelo orgasmo se propaga por todo o sistema límbico que é relacionado às emoções e à personalidade. Por isso, acreditam que o orgasmo é uma parte essencial de uma personalidade sadia.

Uma explicação para a pessoa ficar irritada e triste com a falta do orgasmo é que toda essa energia que ela iria liberar, fica represada, parada, causando assim uma grande frustração. 

A saúde física e psíquica estão vinculadas à satisfação sexual proporcionada pelo orgasmo.

A ausência do prazer sexual pode provocar transtornos mentais, os cientistas ainda destacam que muitos dos problemas de cunho social ou profissional estão vinculados à insatisfação sexual. Um bom exemplo é a ansiedade, que é um dos transtornos mais relacionados com a ausência do orgasmo e muito comum hoje em dia.

E ai gostaram? Que tal aproveitar essas informações e caprichar mais ainda na hora H?

Beijos até a próxima.

Publicado terça-feira, novembro 25, 2014 por Erotika Toys

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terça-feira, outubro 21, 2014

Pesquisadores italianos detalham área - e não um único ponto - da anatomia feminina que pode aumentar o prazer. Especialista alerta para os riscos da obrigação do orgasmo e da repressão sexual que assume novas formas.
O prazer feminino pode ser reduzido a um único ponto? Desacreditado nas comunidades científicas, mas ainda presente no imaginário das quatro paredes do mundo ocidental, o ponto G já foi responsável por frustrações e até mesmo por algumas mentirinhas entre aqueles que se gabam de tê-lo encontrado.


“Nunca acreditei que a sexualidade feminina pudesse ser reduzida a um ponto”, diz Gerson Pereira Lopes, membro do Comitê de Sexologia da Associação de Ginecologistas e Obstetras de Minas Gerais (Sogimig) e autor de mais de 15 livros. Ao longo das últimas décadas, no entanto, desde que a existência de um ponto G foi sugerida em 1950, pelo médico alemão Ernst Grafenberg, houve um desfile de “professores do sexo”, consultores de produtos eróticos e também médicos ensinando como alcançá-lo. De seu lado, a ciência se movimentou em torno da controvérsia.
Desacreditado nas comunidades científicas, mas ainda povoando piadinhas e frequentando o imaginário das quatro paredes do mundo ocidental, o ponto G já foi responsável por frustrações e até mesmo por algumas mentirinhas entre aqueles que se gabam de tê-lo encontrado. Em artigo publicado na última edição da revista científica Nature Reviews Urology, pesquisadores italianos descreveram uma área, bem mais complexa que um único ponto, que seria a responsável por aumentar e concentrar o prazer sexual feminino. 
O grupo de médicos, liderado pelo professor de endocrinologia e sexologia Emmanuele Jannini A., reforça que a busca da estimulação com foco em apenas um ponto é prejudicial. A área descrita no artigo ganhou o nome de CUV – sigla que designa uma junção das palavras clitóris, uretra e vagina – e foi identificada por meio de exames de imagem e de marcadores químicos. “Embora não haja uma única estrutura, consistente com um ponto G, destacamos que a vagina não é um órgão passivo. É altamente dinâmica, com papel ativo na excitação sexual. Suas relações anatômicas e interações com o clitóris, o útero e a uretra definem uma área complexa, multifacetada e morfofuncional que, quando devidamente estimulada durante a penetração, poderia induzir respostas orgásticas”, afirma o artigo.
Este não é o primeiro estudo a sugerir que o ponto G não passa de uma lenda, em 2010, o Kings College London não encontrou qualquer evidência da folclórica região erógena. Um pouco depois, em 2012, urologistas do hospital universitário de Yale, em Connecticut, também haviam chegado à conclusão de que “medidas objetivas não conseguiram estabelecer evidências consistentes de um único ponto anatômico similar ao ponto G. Muitas mulheres sentem-se culpadas por não encontrarem esse ponto. Na verdade, a realidade é que ele, evolutivamente, nem mesmo deveria existir", dizem os pesquisadores. 
O professor Jannini afirmou, como conclusão de seu novo trabalho, que espera “encerrar discussões sobre o Ponto G” e “ajudar a evitar danos à àrea CUV em cirurgias”.
 
 
Imagem ecográfica do complexo CUV, mostrando o arco duplo formado pelo corpo cavernoso do clitóris e bulbos. Entre a vagina e o arco duplo, a uretra é visualizada.
 
Já existem até tratamentos voltado para a nova “área do prazer”. O médico norte-americano Sam Wood oferece injeções aplicadas no clitóris e na primeira porção vaginal, prometendo mais sensibilidade para mulheres que passaram por traumas pélvicos ou pela menopausa. A aplicação envolve a retirada do sangue da paciente, com a separação das plaquetas. Elas são reinjetadas e estimulariam o crescimento de novas células, vasos sanguíneos e colágeno, o que tornaria a região mais sensível. A ideia é semelhante à de um controverso procedimento de rejuvenescimento sanguíneo para o rosto, adotado por celebridades estadunidenses.
 
Guerra do sexo
“Nunca li qualquer atigo científico que tivesse sequer levantado a hipótese de que a sexualidade masculina se resumiria a um único ponto. Para mim, a sugestão da existência de um ponto G sempre foi uma forma de repressão subliminar à mulher”, provoca Gerson Pereira Lopes.
O ginecologista, que já atendeu pessoas impressionadas com os gurus que vão à televisão explicar como encontrar o ponto mágico, explica: a região da parede anterior superior da vagina, que pressiona e se aproxima do clitóris, realmente é considerada mais sensível. “As mulheres relatam essa sensibilidade não é de hoje. Ela é percebida na masturbação e na própria relação sexual com o outro. Entretanto, não é aceitável que o prazer sexual e a sexualidade sejam reduzidos a um ponto, a uma área ou à genitalidade em si”, pondera, incisivo. “O ponto G só valeu a pena comercialmente”, completa o médico.
Lopes chama a atenção também para o fato de que, por mais que haja 'gatilhos' do prazer, as travas psicológicas, culturais e sociais também precisam ser superadas. “Todo o corpo é erotizado. Até mesmo os pelos que cobrem nossa pele. Antes, acreditava-se que só o couro cabeludo tinha essa propriedade, mas hoje já se sabe que vale a pena testar outras possibilidades. Portanto, se apenas uma área for alvo do toque e da carícia, pela busca obrigatória do orgasmo, mais difícil será alcançar o prazer”, ensina o sexólogo.
O especialista considera que essa 'obrigação do orgasmo' traz, na verdade, uma ansiedade de performance. “Esse sentimento está cada vez mais comum entre as mulheres jovens, que já não se preocupam tanto com o ponto G. Mas elas se preocupam mais com seus 'deveres' do que com seus 'direitos' nas relações. Não existe 'eu posso ter orgasmo' e sim 'eu tenho que ter orgasmo'. É uma ditadura, fruto da imposição das necessidade masculinas na sociedade como um todo, que resume o prazer a um único momento e à performance mitificada, inclusive pela mídia”, alerta.
Gerson Lopes acrescenta que, se a satisfação sexual não pode ser reduzido a um único ponto, também não pode ser reduzido a alguns segundos. “O orgasmo dura, em média, de seis a dez segundos, ou seja, um décimo de minuto. Já o prazer é um conjunto do toques, sensações, falas. Hoje, vemos que as mulheres estão optando por mentir, assim como já fazia parte dos homens, e contam às amigas que sentem orgasmos sensacionais, múltiplos, especiais, pirotécnicos. Isso não passa de uma ignorância – falta de informação – associada à ditadura da performance”, frisa o ginecologista.
 
Brincar é importante
A velocidade dos meios de transporte, das carruagens aos jatos que ultrapassam a velocidade do som, são metáforas muito comuns para exemplificar como a noção de tempo mudou e como o ritmo frenético implantou-se na vida cotidiana. Faltam tempo e espaço para desacelerar – no lazer, na saúde, no prazer. "O turista fotografa exaustivamente os lugares visitados, para ver depois. Não há tempo para viver a experiência. Também no sexo, vale mais o resultado do que o processo. A travessia é desprezada. A cultura da rapidez e do imediatismo engoliu o brincar. Quando meu foco está no 'fim', deixo de enxergar o processo. E deveria ser o contrário: a travessia é o que importa; o resto é consequência”, destaca Gerson Lopes.
Para o especialista, sexo não é para ser medido e comparado como se fosse um produto igual a qualquer outro, com características padronizadas. Por isso, é preciso muito cuidado e reflexão antes de se recorrer a uma intervenção cirúrgica ou a medicamentos que prometem 'melhorar' a performance. “Um paciente que chega ao consultório depois de ter recorrido a várias medidas artificiais e ouviu promessas miraculosas que não deram certo demanda mais tempo para evoluir. A pessoa já chega desacreditada. Temos que, sempre que possível, 'baixar a bola' dessa ditadura do orgasmo, da estética, das relações perfeitas, do desempenho”, conclui o ginecologista.

Fonte: Saúde Plena / Letícia Orlandi

Publicado terça-feira, outubro 21, 2014 por Erotika Toys

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quinta-feira, outubro 09, 2014


Aqui vai um conselho para você: concentre-se no clitóris. Um estudo publicado na revista Clinical Anatomy garante ter descoberto a chave para o orgasmo feminino. A pesquisa afirma que não há orgasmo vaginal, clitoriano ou mesmo o tão perseguido ponto G, e que o “orgasmo feminino” deve ser usado como um termo geral para descrever qualquer momento em que uma mulher atinge o seu clímax.

Estimulação do clitóris é mais importante que a penetração

Até então, acreditava-se que as mulheres poderiam chegar ao orgasmo através de relações sexuais com penetração, e que os orgasmos através do ponto G, da vagina ou do clitóris diferiam um do outro. Mas, de acordo com cientistas, a maioria das mulheres em todo o mundo não consegue atingir o orgasmo durante o sexo apenas com a penetração, e a estimulação do clitóris é muito mais importante do que todo o resto que acontece durante o sexo.

O clitóris é a zona mais erógena do corpo feminino, muitas vezes chamado de “pênis feminino” porque é feito do mesmo tipo de células que o pênis masculino. Além disso, é possível que qualquer mulher atinja o clímax se seus órgãos eréteis — que incluem o clitóris, os bulbos vestibulares e o tecido esponjoso — forem efetivamente estimulados.

Depois da ejaculação masculina, o sexo não acaba para a mulher
O sexologista e co-autor da pesquisa, Dr. Vincenzo Puppo, diz que a ejaculação masculina não significa necessariamente o fim do sexo para a mulher. “O toque e o beijo podem continuar quase que indefinidamente, e os atos sexuais que não envolvem a penetração do pênis na vagina podem ser usados para proporcionar o orgasmo na mulher.

O tamanho do clitóris afeta o orgasmo dela 

Os pesquisadores disseram que, embora o orgasmo seja complexo, o tamanho e a localização do clitóris podem ser fundamentais para que a mulher sinta prazer durante o sexo. Segundo o estudo, mulheres com problemas para chegar ao orgasmo geralmente têm o clitóris menor e localizado mais longe da vagina. 

As descobertas feitas pelos cientistas podem levar a novos tratamentos para mulheres que sofrem de anorgasmia — disfunção sexual em que a pessoa não consegue atingir o orgasmo. Dez das mulheres avaliadas reportaram ter raramente (ou nunca ter) chegado ao clímax apesar das tentativas. Já o restante afirmou ter experiências normais durante o sexo. As mulheres que disseram ter problemas para chegar lá tinham clitóris menores e localizados mais longe da vagina. 

Publicado quinta-feira, outubro 09, 2014 por Erotika Toys

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terça-feira, setembro 23, 2014




E, ainda hoje, com o sexo mais liberto, não são poucas as mulheres que não conseguem atingir esse grande momento do prazer sexual. De acordo com com o psicoterapeuta sexual Oswaldo Rodrigues Jr., diretor do Instituto Paulista de Sexualidade, as mulheres estão habituadas a esperar que o prazer venha apenas das relações sexuais e não tocam o próprio corpo. "O segredo do orgasmo consiste em conhecer as próprias necessidades e limites, dedicar-se em pensamento e no ato, experimentar sempre e insistir no que lhe dá prazer". Veja cinco itens que o especialista aponta para que o orgasmo aconteça:

1. Dedique-se ao sexo

Desenvolva a capacidade de dedicar a atenção e o pensamento às questões sexuais. Isso permite usar a fantasia, conhecer seus limites e descobrir mais sobre o próprio comportamento sexual. "Invista diariamente nesta atividade interna. Ao se exercitar, pensar e fantasiar, a mulher poderá reconhecer o que lhe envolve, o que lhe excita, o que lhe produz desejo e motivação, assim como o que deverá ser evitado", afirma Oswaldo.

2. Explore seu corpo

Reconheça como o corpo pode e deve receber estímulos táteis que sejam importantes para a atividade sexual. A masturbação é essencial para facilitar o orgasmo depois, durante uma transa. "Se as mulheres desejam que o orgasmo ocorra com a penetração, é necessário que treinem desta mesma forma. A maioria das mulheres que se masturba aprende a ter orgasmos apenas com estimulação clitoriana e, assim, habitua-se à prática. Depois, não sabem como ter orgasmos nas relações sexuais de penetração", explica Oswaldo.

3. Combata a timidez

A mulher deve aprender a mostrar o que sente e dizer isso ao parceiro. Muitas consideram que não devem e nem precisam contar o que querem ou precisam ao homem. "Falar, com todas as palavras, sem usar formas infantilizadas, facilita que os prazeres do sexo ocorram", diz o especialista.

4. Não desvie a atenção

Pensar em questões que produzem ansiedade ou distraem é um problema. Seja por imaginar que um filho pode entrar no quarto ou ficar preocupada sua forma física, por exemplo. Aprenda a lidar com as suas inseguranças. Mas, se perceber que não consegue isso sozinha, pense se não é a hora de procurar um acompanhamento psicológico.

5. O papel do homem

O homem não pode ser considerado como o responsável por dar prazer à mulher. Ele tem o seu papel, que é importante, mas um orgasmo não depende só dele. "O parceiro deve estar atento ao que a mulher diz para que saiba o que fazer. O homem precisa compreender que precisa dedicar-se emocionalmente ao momento e saber quais são os objetivos de ambos estarem juntos. A parceira reconhecerá no seu toque a sua disponibilidade", afirma Oswaldo.


Publicado terça-feira, setembro 23, 2014 por Erotika Toys

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quarta-feira, abril 09, 2014

Orgasmos múltiplos, como o próprio nome indica, é quando a mulher goza mais de uma vez na sequência. O intervalo entre um orgasmo e outro varia em cada mulher e pode demorar segundos ou minutos.

“Qualquer mulher tem capacidade de atingir o orgasmo múltiplo, basta que ela continue sendo estimulada e que sinta vontade de dar continuidade”, revela a sexóloga e psicóloga Carla Cecarello. “O problema é que algumas mulheres têm dificuldade de atingir até o primeiro orgasmo, que dirá os seguintes”, completa.

Não existe fórmula mágica para chegar lá. A posição mais propícia é aquela que a mulher gosta mais, em que sente mais prazer. Se ela teve um orgasmo e continuou sendo estimulada, já é meio caminho andando, pois o corpo está bem excitado e aquecido e não requer mais tanto trabalho. Um fator muito importante é a disposição da própria mulher de dar continuidade aos estímulos, uma vez que a relação pode ter sido cansativa e desgastante.

Para aprender como chegar aos orgasmos múltiplos, a psicóloga e sexóloga explica que a mulher precisa conhecer bem o seu corpo. “A masturbação ajuda muito neste processo, pois vai permitir que a mulher descubra os tipos de movimento, a intensidade e as maneiras que mais gosta de ser estimulada”, recomenda.

No entanto, é importante lembrar que os orgasmos múltiplos não são, necessariamente, mais prazerosos do que um único orgasmo e nem sinônimo de que a mulher seja melhor na cama. “Ela tem que se preocupar em ter um orgasmo e que seja muito prazeroso, até porque os orgasmos seguintes normalmente vêm mais enfraquecidos, pois ela já dispensou muita energia”, explica.

A especialista diz que é comum atingir picos de prazer durante a relação, mas que há uma grande diferença entre estes e os orgasmos. “A mulher que está em dúvida se já teve ou não um orgasmo, provavelmente não teve”, comenta.

A condição em que a mulher tem dificuldade em gozar é chamada de “anorgasmia” e pode ser dividida em três classificações:

Primária: a mulher nunca teve um orgasmo desde que iniciou sua vida sexual;

Secundária: a mulher já teve um orgasmo, mas, por algum acontecimento na sua vida, parou de ter;

Situacional: a mulher só consegue gozar em situações específicas, por exemplo, durante a masturbação ou em uma única posição sexual.

Segundo a especialista, este impedimento não está relacionado a condições físicas, ao contrário do que as pessoas pensam. “O orgasmo é uma questão totalmente psicológica. É entrega, é o momento em que perdemos a consciência em questão de segundos”, define a profissional, que prossegue dizendo que tanto a mulher quanto o homem podem sofrer com este bloqueio emocional, muitas vezes por não conseguirem relaxar e se soltar.

Independente da resposta sexual, o que não é recomendado é a simulação do orgasmo. Essa prática em longo prazo trará desconforto emocional, além de atrapalhar o relacionamento, pois o diálogo com o parceiro sobre o que te satisfaz sexualmente, ou então, o que a impede de alcançar o orgasmo, é fundamental para uma vida sexual plena. Não espere que ele adivinhe tudo. É preciso dar dicas de como sente maior prazer.

Fonte: Bolsa de Mulher


Publicado quarta-feira, abril 09, 2014 por Erotika Toys

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terça-feira, fevereiro 04, 2014

A anorgasmia é a inibição recorrente e persistente do orgasmo, manifestada pela sua ausência após um período de excitação normal, e produzida através de uma estimulação que possa considerar-se adequada em intensidade, duração e tipo. A pressa, o excesso de responsabilidade ou a monotonia no casal podem levar a uma mulher não desfrutar plenamente da sua sexualidade. No entanto, a situação pode resolver-se de forma fácil, simplesmente com maior informação e dedicando mais tempo às relações íntimas.

 
Instruções
1. Como o seu nome indica é a ausência do orgasmo. Existem dois tipos de anorgasmia.
Primária: quando uma mulher nunca teve um orgasmo, 10% das mulheres.
Secundária: a partir de um momento específico não é possível experimentar o orgasmo.

2. Às vezes as causas são físicas como o vaginismo, os músculos da vagina contraem-se involuntariamente e impedem a penetração. Endometriose, hemorroidas anormalidade no fluxo sanguíneo na vagina, dano físico em qualquer órgão genital, desiquilíbrio hormonal e uso de muitos medicamentos.

3. Causas psicológicas como a monotonia e rotina nas relações sexuais, falta de estimulação por parte do parceiro, alteração do sistema nervoso, uma experiência anterior traumática ou medo de engravidar, desconfiar do método contraceptivo que pode começar a afetar a qualidade da relação sexual.

4. Informe-se. A falta de informação pode fazer com que sofra estas situações. Uma vida sexual sem prazer pode originar problemas de todo o tipo com o seu parceiro. Coloque remédio antes que isso ocorra.

5. As mulheres com anorgasmia costumam acabar tendo falta de desejo e isso é muito mais difícil de tratar.

6. Se a anorgasmia for crônica ou se é incapaz de superá-la, é conveniente que recorra a algum especialista neste tema. Nos gabinetes de sexologia encontrará psicólogos especializados no tema da sexualidade e os seus transtornos.

Conselho:
Consulte um médico ou um sexólogo se sofrer de falta de apetite sexual, cuidado porque se não o fizer a tempo pode aparecer a anorgasmia.

Publicado terça-feira, fevereiro 04, 2014 por Erotika Toys

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segunda-feira, janeiro 06, 2014

A etiqueta vai além de como se portar na mesa de jantar, festas ou no trabalho. Chega até mesmo à cama, e pode prevenir gafes, sustos, constrangimento e desencantos! Abaixo citaremos cinco dicas sobre etiqueta na cama, com o consultor Fábio Arruda.

1. É correto fingir orgasmo? R. Não. De forma alguma. O sexo pede sinceridade, cumplicidade e prazer. Não é obrigatório chegar ao orgasmo, no sexo tântrico por exemplo, os homens podem sentir prazer por horas e não gozar. Transar pode ser muito bom, mesmo quando não há orgasmos no final.

2. O que ambos devem fazer quando o homem perde a ereção? R. Esqueça a ideia de que as mulheres têm de dizer que isso é normal, acontece. Ar de piedade também deve ficar de fora. O melhor é manter a naturalidade. O homem pode estar com problemas como cansaço, stress e preocupações que realmente atrapalham o corpo. O fato de continuarem a se divertir, e usarem a língua e dedos pode desfocar a atenção no pênis e não são raras às vezes em que a ereção consegue completar o ciclo com força máxima

3. O que dizer quando a outra pessoa faz algo que não nos excita? R. A dica é mudar sutilmente, direcionando o parceiro ao que gosta. sugerimos falar, de maneira delicada e sutil, que ficamos com mais tesão quando faz determinado movimento.

4. Sexo oral tem que ser recíproco: R. Faz quem quer. No sexo o ideal é fazer apenas o que quer, para que seja o mais prazeroso possível. Há homens que adoram receber sexo oral, mas não gostam de fazer, o que causa baixa autoestima na parceira. Nesse caso, caso esteja atrapalhando o relacionamento, indicamos que experimentem novas posições, sensações, produtos eróticos especializados no assunto.

5. Como agir quando quiser praticar sexo anal: R. Nunca vá com muita sede ao pote, tentando logo de cara. Pode estimular a área com carinho, utilizando dedos, óleos de massagem ou a língua. O ideal, é que exista uma conversa entre os parceiros, para saber de experiências, atitudes, ou até mesmo se algum dia pode rolar! Essa conversa pode te livrar de situações constrangedoras futuras.

Fonte: Terra

Publicado segunda-feira, janeiro 06, 2014 por Erotika Toys

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quarta-feira, julho 31, 2013

No Dia do Orgasmo (se você queria um motivo pra gozar, aí está!) trouxemos frases divertidas, que normalmente são ditas após o gozo. Claro que esta é uma visão bem masculina, mas não custa rir um pouco. E aí, você concorda? Se encaixa em algum destes estilos?
  1. Otimista: “Você vai me ligar de novo, não vai?”
  2. Adolescente: “Coloca sua roupa, meus pais estão na sala!” 
  3. Escritora: “Cuidado, assim você vai acabar molhando estes papéis”.
  4. Higiênica: “Passa um Kleenex, por favor”. 
  5. Pânico: “Você gozou dentro?”
  6. Paranóica: “Confere a camisinha!”
  7. Dolorida: “Sopra que está ardendo!”
  8. Tardia: “Ai, eu acho que estou no meu dia fértil!”
  9. Típica: “Você gostou?”
  10. Brega: “Te amo”. 
  11. Tonta: “E agora, o que você vai pensar de mim?”
  12. Tímida: “Não me olhe, eu vou me vestir”.
  13. Farsante: “Nunca havia me sentindo tão bem.
  14. Mentirosa: “Eu nunca tinha gozado, você foi o primeiro”. 
  15. Insatisfeita: “Quero mais!”

Publicado quarta-feira, julho 31, 2013 por Erotika Toys

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quarta-feira, setembro 26, 2012

Você conhece a Erika Leonard James? Não? Ela tem 48 anos, é casada e mãe de dois filhos. Inspirada pela saga Crepúsculo, começou a escrever uma trilogia que está dando o que falar. Você pode até não saber sobre a autora, mas é muito provável que você conheça sua obra. Cinquenta Tons de Cinza, Cinquenta Tons Mais Escuros e Cinquenta Tons de Liberdade - os livros mais vendidos este ano em todo o mundo!



“Você confia em mim? - Sua voz é ofegante.

Faço que sim com a cabeça, os olhos arregalados, o coração saltando, o sangue latejando nas veias. Ele põe a mão no bolso da calça e tira aquela gravata de seda cinza-prateada...
(...) Com grande agilidade, ele monta em mim, já prendendo os meus pulsos, mas, dessa vez, amarra a outra ponta da gravata numa das colunas da cabeceira da cama. Ele puxa o laço, verificando se está firme. Não posso sair do lugar. Estou presa, literalmente, à minha cama, e estou muito excitada. (...)” 

É este ritmo que encanta quem pega para ler os livros da Trilogia. Para alguns, serão momentos de descontração, relaxamento e uma boa dose de prazer. Para outros, serão sensações de liberdade, confiança e muita imaginação. 
A trilogia mais quente do momento conta a relação entre Anastasia Steele, uma virgem de 21 anos prestes a se formar em literatura, e Christian Grey, um bilionário sedutor de 27 anos que, curte sadomasoquismo - e exerce um poder inexplicável sobre Ana (e sob qualquer mulher que ler a história). 

Pegue tudo que você já sabe sobre sexo e guarde. Pegue suas experiências sexuais e acrescentem algemas, vendas e chicotes. O que você irá ler, não é só uma simples história de amor. É muito mais que Romeu e Julieta com descrições picantes e ousadas. O livro é um romance erótico que trata de temas até hoje tão proibidos na cama e tão mal visto nas mesas de bar, como BDSM (bondage e disciplina, dominação e submissão e sadomasoquismo). 

Cada palavra desta história soa como uma libertação para os mais tímidos e recalcados. 

Aqueles que têm medo de assumir suas fantasias, de experimentar o novo, vão se surpreender com as suas próprias reações durante a leitura. As mulheres se identificam com Ana, que era cheia de preconceitos e descobre um mundo prazeroso e permitido.

O livro mostra a transição da garota desde quando ela era uma virgem inexperiente até a sexualmente insaciável. Nesse período, acompanhamos o uso das vendas, gravatas prateadas, bolas de pompoarismo, plug anal, chicote, algemas e muito mais. Cenários para o sexo não faltam e tudo pode rolar em qualquer lugar, no elevador, no piano, no carro, no chuveiro e no Quarto Vermelho da Dor, cheio de brinquedos divertidos, pervertidos e bem picantes. 

Para quem se animar com os relatos e quiser transferir algumas das histórias para a sua vida a dois, vai sem dúvida fazer bem ao relacionamento. Um estudo da Universidade de Illinois, nos EUA, concluiu que a mudança hormonal causada por palmadas e bondage aumenta a cumplicidade dos casais. 

Ainda mais em casais que já se conhecem há bastante tempo, repetir o sexo como se estivesse nos primeiros meses de namoro, só tendem a levar o relacionamento ao fim. Sexo não tem graça se ficar no comum. Dá para testar seus limites, exercitar a agressividade de forma criativa e ter o prazer de controlar e ser controlado. 

Baseado nas histórias do livro e nessa curiosidade despertada para o prazer sado-maso, selecionamos algumas dicas eróticas e produtos para você experimentar a dois!

Cena 01 - Banheira quente
Tomar banhos longos, quentes e sexy com Christian é algo que Anastasia adora. Que tal experimentar também? 
Coloque um pouco de sabonete líquido nas mãos e comece a lavar o gato. Ensaboe a nuca, o pescoço e deslize suas mãos por todo o corpo dele. Quando chegar ao pênis, segure-o e faça movimentos de baixo para cima. Quando já estiver no ponto, coloque-o fundo na sua boca (até onde conseguir) e pressione os lábios com força. Lentamente, diminua a pressão, fazendo movimentos circulares com a língua por toda a extensão do pênis. Para finalizar, alterne com sucção... Ele não vai aguentar de tanto tesão.


Cena 02 - Prazer duplo
Um dos maiores receios de Anastasia era usar o plug anal. Mas, depois de provar, ela acabou descobrindo uma grande fonte de prazer. Quando o clima já estiver bem hot, coloque o brinquedo na mão do gato e peça para ele introduzir o plug em você, fazendo movimentos de entra e sai. O legal é continuar a brincadeira mesmo durante a penetração, ok? Duas palavras para você: orgasmo duplo. Experimente.



Cena 03 - Show particular
Grey adora tocar piano nas madrugadas. E, numa delas, Ana acabou tendo uma de suas melhores transas. Está ouvindo o namorado tocar um instrumento? Coloque uma lingerie sexy e vá ao encontro dele - que logo perderá a concentração. Tire toda a roupa do gato, sente-se em uma cadeira e, com as pernas abertas, peça para ele beijá-la, mas não na boca. Quando você estiver chegando perto do orgasmo, sente-se no colo dele e faça movimentos para cima e para baixo. Se ele não for fera em nenhum instrumento, vale colocar uma música alta e repetir a cena mesmo assim. 


Descubra outras sensações únicas, como essas em nossa seção Fetiche, clicando aqui.


E o fenômeno não pára por aqui. Em 2012 será lançado o filme inspirado nesta história e que promete atiçar ainda mais a curiosidade para este universo excitante. Que tal ler o livro e começar a desvendar essas novas sensações? Arrisque-se.

Agora, se você é consultor/consultora A sós, ou possui Sex Shop, aproveite esta deliciosa febre para lucrar muito e ainda, proporcionar momentos únicos na vida de seus clientes. Não deixe passar essa oportunidade.

Beijos e até a próxima!

Clube Erótika.

Publicado quarta-feira, setembro 26, 2012 por Erotika Toys

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