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terça-feira, março 03, 2015


Todo mundo quer dar e receber prazer. É basicamente por isso que transamos e nos interessamos tanto por sexo: para curtir momentos de prazer. Mas nem sempre conseguimos fazer o que temos na cabeça e a realidade passa bem longe da expectativa. 

Para aproximar mais as duas coisas, fomos atrás de dicas de quem é bom em dar prazer para o outro, fazer a hora H ser mais interessante e chegar os orgasmo. Tem coisa que pode parecer infantil, mas pessoas de todas as idades ainda sofrem com elas. Preparada? 

Vá além dos genitais
O primeiro passo para se dar bem na cama é entender que sexo não se resume a penetração ou genitais. O corpo todo tem terminações nervosas que levam sensações gostosas ao cérebro e ele devolve isso como tesão. Entender isso e usar ao seu favor é uma das coisas que pessoas boas de cama fazem. 

Agridoce
Sabe aqueles chicletes que você coloca na boca e o sabor faz você fazer uma careta? Mas aí você morde e sai um gostinho doce e tudo fica perfeito? O sexo é assim. Ser carinhosa e ao mesmo tempo intensa é perfeito para manter o momento interessante. É importante lembrar que intensidade não é agressividade e que a resposta do outro é sempre importante. 

GPS do corpo
Não tenha vergonha de dar as direções. Não precisa ser algo tão direto como “pegue no meu peito”, pode ser “mais para a direita”, “mais devagar” ou “isso, fica aí”. Com o tempo você vai se sentindo mais segura para dizer exatamente o que quer, como sente mais tesão e o sexo vai ficando cada vez melhor. 

Olhe para o outro
Não adianta fazer estripulias sexuais sem olhar para os olhos do outro. Ver, de verdade, quem está ali com você e criar laços. No fim das contas, não importa se é só uma transa de uma noite ou se é entre um casal que está junto há anos: sem laços, momentâneos ou não, não existe sexo gostoso. 

Beije com vontade
Transar sem beijo é como se faltasse alguma coisa, como se uma parte da coisa toda estivesse sendo ignorada. A boca, além de tudo, é uma zona erógena e perfeita para ajudar a esquentar o clima. 

Sem roteiro
Depois de certo tempo de relacionamento a gente já sabe o que dá certo. Começa assim, vai para lá, coloca a mão aqui, beija ali e pronto, tudo funcionou. Mas funcionar é o que a gente espera de um eletrodoméstico, não do sexo. Sexo tem que surpreender, ser interessante e gostoso. Fugir da rotina é ótimo, surpreender o outro e ser surpreendida. Sair do roteiro torna as coisas mais excitantes e é exatamente isso que a gente busca no sexo, não é? 

Sem frescura
Entender que vocês vão ficar suados, que os pelos existem e que sentir nojo das coisas e ter prazer não combinam, são coisas importantes. É claro que para tudo há limites, mas se esforçar um pouquinho e entender que nem tudo o que parece nojento, realmente o é, pode ajudar bastante.

Divirta-se
Não procure a perfeição. Sexo é molhado, suado, escorregadio e acidentes - como as coisas não encaixarem, barulhos estranhos, a posição dar errado - acontecem. A melhor coisa a fazer nesse momento é rir. E isso ainda vai criar um laço entre vocês. 

Publicado terça-feira, março 03, 2015 por Erotika Toys

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sexta-feira, dezembro 12, 2014

Quando o encontro é bom, é difícil controlar o impulso sexual de já dormir com ele na primeira noite. Mas pode? O sexo no primeiro encontro gera opiniões conflituosas. Há quem diga que após a noite de prazer ele te julgará uma mulher fácil e não irá propor vê-la novamente. Outros defendem que este pensamento é arcaico em novos tempos de emancipação feminina. E com você? Já aconteceu? Conheça a opinião de homens, mulheres e terapeutas quando a questão é transar ou não transar na primeira noite.
"O sexo adquiriu novas proporções e começou a desempenhar um papel importante na qualidade de vida. No entanto, o conceito de que mulher que faz sexo no primeiro encontro não é uma parceira adequada para um compromisso sério ainda é visto nos dias atuais", ressalta Giovanna Lucchesi, psicóloga do Instituto Paulista de Sexualidade.


Para a designer Mara C., 32, a decisão de transar ou não na primeira saída varia de situação para situação, ou melhor, de homem pra homem. "Eu tento acertar, mas às vezes me engano. Já aconteceu com caras que eu achava serem super moderninhos e acabou que eles não me ligaram no dia seguinte. E já rolou com outros a quem julgava mais caretas e com quem acabei tendo um relacionamento sério", conta Mara, que atualmente namora um cara com quem só foi pra cama no quarto encontro. "Depois de quebrar a cara algumas vezes, preferi não arriscar", declara. Mara tem certos cuidados na primeira vez que vai para cama com um novo rapaz. "Procuro sentir qual é a dele para não assustá-lo. Tem certas coisas que só podemos fazer depois de pegar intimidade", diz, listando, por exemplo, usar palavras de baixo calão e fazer sexo selvagem.

O diretor de cinema e vídeo Leo Sassen, 40, gosta quando o sexo flui naturalmente – na primeira ou na décima noite. "Tem vezes que a cama na primeira noite é natural, flui. Já me aconteceu algumas vezes, sendo que, com uma delas, namorei por muitos anos e fomos super felizes. Se a noite rolou legal, foi especial e teve química, por que não ir para a cama?", questiona. Léo acha que as mulheres estão cada vez mais liberais e transar na primeira noite tem acontecido com mais freqüência. "Quando a mulher chega aos 30 anos, a cabeça está mais aberta. As mais novas ficam inseguras", teoriza.

Para o diretor de cinema, a mulher que transa na primeira noite mostra que não tem preconceitos. Mas vem cá: os homem não vão ter preconceitos com ela? "Tá certo que eu não faço parte da maioria machista dos homens. Tenho amigos que gostam de ‘arrastar as mulheres pelos cabelos' e acham que mulher que vai para a cama na primeira noite é vagabunda. Ainda bem que não é meu caso", brinca o diretor, lembrando que as mulheres também são machistas e conservadoras e ficam com medo de serem tachadas de fáceis.

Há mulheres que se sentem tranquilas e se permitem transar sem preocupações a respeito dos possíveis pensamentos que seu parceiro possa vir a ter. "Outras, permeadas pelo discurso social que ainda existe, temem serem rotuladas", destaca Lucchesi, lembrando que há quem prefira ter contato sexual após uma maior intimidade com o parceiro. A psicóloga ressalta que não existe uma regra clara do que se deve ou não fazer no primeiro encontro. "Mas é interessante que a mulher se sinta confortável com qualquer atitude que venha ter em relação ao sexo", finaliza.

O apetite feminino por livros eróticos é um fenômeno que está à vista na livraria mais próxima. Especialmente depois do sucesso de vendas de 50 Tons de Cinza, que aparentemente foi um “aval” para que até a mais tímida das mulheres investisse no gênero sem ruborizar publicamente. Apesar dessa visível mudança comportamental, a escritora canadense Lisa Gabriele acredita que o interesse por conteúdo erótico sempre existiu por parte das mulheres.

Ela é autora do livro S.E.G.R.E.D.O. – Sem Julgamentos. Sem Limites. Sem Vergonha, publicado recentemente no Brasil pela editora Globo, e observa que, apesar de toda a revolução sexual que tirou a mulher de um papel passivo para ser dona das suas escolhas também na cama, as mais liberais ainda podem ser sinônimo de ameaça. “Acredito que os homens mais fortes amam quando as mulheres sabem o que querem e não se sentem envergonhadas para expressar isso”, afirma. E provoca: “eu penso que uma mulher sexualmente confiante pode assustar alguns homens, mas estes são homens que você quer assustar de qualquer forma”.

O livro foi destaque na última feira de Frankfurt, em outubro de 2012, e, apesar de ter vindo na onda de ’50 Tons’, em nada se assemelha à relação sadomasoquista que embala a trilogia de E.L. James.

Cassie, a protagonista, é uma garçonete que teve um casamento fracassado do ponto de vista sexual. Aos 35 anos, ela não imagina o quanto este aspecto está mal resolvido em sua vida, até conhecer uma sociedade secreta que tem por objetivo ajudar as mulheres a se encontrarem com o seu próprio desejo. A partir de então, ela aceita se entregar a diversas fantasias, como receber sexo oral de um desconhecido dentro da própria a casa ou ser tocada, por debaixo do vestido, no meio de um salão lotado de gente.






Publicado sexta-feira, dezembro 12, 2014 por Erotika Toys

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