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terça-feira, novembro 18, 2014

Apoiados em pesquisas, três especialistas - dois deles autores de novos livros sobre o tema - ajudam casais a driblar as dificuldades da vida a dois e manter a saúde do casamento.

      Foto: Getty Images

As situações não são raras na crônica da vida a dois. Um vive implicando com o outro. Às vezes, um lado do casal fica nervoso e grita, deixando as coisas fora de controle. Ou ambos sempre tentam manter o tom civilizado, mas um deles tem a mania de esconder que empresta dinheiro para o irmão quase todo mês porque sabe que esse é um assunto delicado. Em compensação, os dois se amam, está na cara. Tanto que traição é um mal que nunca passou nem longe daquela relação. Será mesmo? A infidelidade conjugal possui outras formas além da famosa pulada de cerca. Pior: menos levadas em conta, elas podem ser tão devastadoras para o relacionamento quanto a escapulida sexual.

Uma nova compreensão de infidelidade - e também do seu antídoto, a confiança no parceiro - é explorada no mais recente livro do psicólogo e professor americano John Gottman. Em seu centro de estudos na Universidade de Washington, nos Estados Unidos, apelidado de Laboratório do Amor, Gottman passou quase quatro décadas observando, minuciosamente, milhares de casais, das palavras ditas um ao outro à linguagem corporal e até as reações biológicas. O pesquisador estudou, inclusive, conversas domésticas e brigas. No livro O Que Faz o Amor Durar? (Fontanar), lançado recentemente no Brasil, o psicólogo mostra ser possível medir os níveis de confiança e de traição entre os cônjuges.

CLAUDIA ouviu John Gottman mais dois especialistas brasileiros sobre o assunto - o psiquiatra e psicoterapeuta Augusto Cury, autor de best-sellers, que acaba de lançar As Regras de Ouro dos Casais Saudáveis (Academia), e a psiquiatra Carmita Abdo, coordenadora do Projeto Sexualidade (ProSex), do Hospital das Clínicas de São Paulo - e listou algumas verdades, que servem tanto para proteger relacionamentos prósperos quanto para resgatar casamentos em crise.

Traições devastadoras não são apenas sexuais

Elas costumam passar despercebidas ou ser minimizadas até mesmo pelo cônjuge que está sendo traído, mas podem ser tão perniciosas quanto a infidelidade sexual e arruinar um casamento. Alguns exemplos desse tipo de deslealdade? Desrespeitar o parceiro com atitudes ou palavras que o façam se sentir inferior. Mesmo que pareçam banais, como dizer na frente dos outros: "Você é idiota? Sempre esquece os óculos". Priorizar a carreira acima de qualquer coisa, incluindo o relacionamento, também é trair, assim como demonstrações de egoísmo, frieza ou incompreensão. Como diz o americano, um relacionamento sério é um contrato de confiança mútua, respeito e cuidado. Qualquer conduta que viole esse contrato é traição. Deslealdades, porém, ocorrem até nas relações mais harmoniosas. A diferença é que casais saudáveis e felizes buscam corrigir logo a mancada.

Confiança é princípio fundamental para o sucesso

Basicamente, a confiança existe quando um parceiro pensa nos interesses do outro como se fossem dele. Exemplos prosaicos do dia a dia ilustram bem como alimentar essa confiança: ele vai fazer compras no supermercado e traz a guloseima de que ela tanto gosta ou, então, se lembra de comprar o xampu que ela usa e já terminou. Tais atitudes mostram que um parceiro está pensando no outro e está interessado em se dedicar à relação. Se um lado está ligado apenas nas próprias necessidades, a confiança acaba abalada. Ou seja, a questão tem tudo a ver com quanto cada um está investindo emocionalmente no relacionamento.
Assim, para recuperar a confiança, é preciso retomar a sintonia, a conexão dos dois. Nesse caso, a técnica de Gottman consiste em levar os casais a incorporar o hábito de ter, com certa regularidade, conversas sinceras e profundas. Nesse sentido, ele propõe um cardápio de perguntas que um deve fazer ao outro: "Quais são seus planos? E seus medos? Doque você precisa para ser mais feliz? O que está preocupando você agora? Que sonhos ainda não realizou?" São questionamentos que levam, por exemplo, os parceiros a identificar se estão ou não caminhando na mesma direção, além do que precisa ser ajustado para fortalecer os laços.

Ninguém muda ninguém

Uma das regras de ouro dos casais saudáveis formuladas pelo psiquiatra Augusto Cury é justamente essa. Segundo ele, temos o poder de influenciar (e até piorar) os outros, mas não de mudá-los. Fazer críticas excessivas, sermões ou chantagens, impor punições e falar em voz alta ou berrar são estratégias negativas, que não funcionam. Como são atitudes de dominação, claro que não contribuem para o desenvolvimento de quem se ama. Relacionar-se é a arte de negociar e dialogar, lembra o especialista. É necessário encontrar um meio-termo para tudo que incomoda o casal. Para tanto, as conversas têm de ser sinceras, feitas de coração aberto. Pode ser difícil, mas vale tentar. "O incômodo asfixia a vontade de dividir, quebra a liberdade e deixa o humor para baixo. Faz parecer que aquilo será definitivo no futuro", diz Cury.

Assuntos mal resolvidos não podem se acumular

"Os maiores fantasmas que sabotam nossos romances e nossa qualidade de vida estão dentro de nós. Então, é fundamental domesticá-los", alerta Cury. Se não há como deletar o passado, ele pode ser ao menos reeditado, lembra o psiquiatra. Isso só é possível se criarmos espaço para um debate interior com nossos medos, culpas, ciúmes e impulsos. Para o americano Gottman, assunto bem resolvido é aquele que é discutido a dois com toda a calma. Quando as coisas ficam quentes, sua dica de sucesso é esperar passar ao menos 24 horas após o conflito para dar tempo de amenizar a raiva, a mágoa ou outros sentimentos negativos. Aí a conversa poderá ser sincera, prática e efetiva. "Você precisa ter uma distância emocional segura para abrir-se com o outro sem machucá-lo ou ferir-se mais ainda", observa. Por mais indigesta que seja, nenhuma questão deve ser varrida para debaixo do tapete. Ou virará ferida e, posteriormente, virá à tona em forma de chantagem ou instrumento de defesa.
Romance e sexo, uma prioridade

O americano John Gottman avisa: não deixe o amor no pé da sua lista de coisas a fazer. E não se sinta mal de encaixar na agenda momentos para o sexo e o romance. Também nessa área é preciso se programar. "Se o parceiro ficar para o fim do dia, quando estiver exausta, após trabalhar e cuidar das crianças, a relação não terá qualidade." A seguir, dicas de especialistas para jamais parar de namorar.

Conversa boa

Segundo a pesquisa de Gottman, a comunicação entre os casais costuma ser falha, o que impacta a relação. O psicólogo instalou câmeras na casa de jovens casais e mediu o tempo de interação entre eles. Descobriu que, em uma semana, eles mantinham apenas 35 horas de conversas, o que ele considerou pouco. Mas quantidade não era a pior parte: os temas giravam em torno de questões enfadonhas, como contas a pagar. Por isso, é muito indicado que o casal tenha estratégias para se distanciar dos assuntos de ordem prática. "Eu e minha esposa planejamos uma vez ao ano uma lua de mel. Vamos a algum lugar sem as crianças e com celulares desligados, só para curtir um ao outro", conta Gottman, ao falar de Julie, sua parceira também no Laboratório do Amor. "Voltamos outros, refeitos." Romper com a rotina torna o parceiro mais interessante - e atraente na cama.

O que não tem preço

Para quebrar o que chama de "o cárcere da rotina", Cury propõe dar aquilo que o dinheiro não compra. Isso significa dizer palavras carinhosas, acolhedoras e que encantam a quem se ama, como "obrigado por você existir" ou "o que posso fazer para torná-lo mais feliz?". Para a psiquiatra Carmita Abdo, no sexo a ideia é que a relação se torne cada vez mais equilibrada e criativa. "Pode ser mudando o lugar dentro de casa mesmo: transar um dia no quarto, outro na sala, na cozinha...", diz. "Ou fugir em um fim de semana para uma pousada, experimentar brinquedos juntos e testar posições até descobrir as mais prazerosas para ambos."

Resgate do toque

Casais devem se esforçar para manter a amizade e a intimidade. Para tanto, tocar a pessoa que se ama no dia a dia é poderoso. "Abraçar, beijar, fazer carinho, massagem... Isso libera o que chamamos de hormônio da afeição", diz Gottman. A ideia é ser como os recém-casados, que falam e fazem sempre coisas deliciosas um para o outro e não conseguem desgrudar.

Sintonia fina

O empenho é dos dois. "Outro dia, minha esposa me ligou dizendo que havia comprado um vestido sexy. Eu a convidei para ver um filme e jantar usando a roupa nova. Saímos, andamos de mãos dadas, sentamos juntinhos no cinema, trocamos olhares à mesa", conta Gottman. Para Carmita, é natural que, com o tempo, a frequência do sexo diminua e o repertório perca exuberância. Também ocorrem divergências de gênero. Para o homem, querer mais sexo, em geral, é simples. Para a mulher, exige empenho, dedicação. "É preciso entender os limites e a vontade do outro", diz. Assim, os dois entram em sintonia e começa um círculo virtuoso: a lembrança de um bom momento leva o casal a querer repeti-lo, propiciando uma vida sexual mais ativa.

Publicado terça-feira, novembro 18, 2014 por Erotika Toys

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terça-feira, outubro 28, 2014




Casamentos são momentos cheios de amor. E de pegação. É quase uma tradição que os convidados encham a cara e alguns casais improváveis se formem até o fim da noite. Isso é normal quando há muita gente solteira e bebida de graça em um mesmo lugar. Mas a novidade é que os noivos estão querendo dar um empurrãozinho nos amigos entregando um cardápio de quem está solteiro na festa. 

Pois é, você cataloga os amigos solteiros, coloca foto e detalhes, como se fosse um belíssimo prato de cozinha contemporânea e entrega esse menu aos amigos. Ah, e isso é uma supresa. Você só vai saber que seus amigos que estão casando te colocaram na espécie de um tinder em papel depois que já estiver na festa e der de cara com a sua própria cara em um cardápio. 

Deu para notar que pode dar tudo errado, né? Nem todo mundo quer ter sua solteirice usada como piada. Ou exposta em uma festa. Há diversos motivos para estar solteira e apenas um deles é não ter encontrado a pessoa certa. Nem todo mundo quer encontrar alguém, tem gente que está com vontade de curtir sozinha. 

Essa é uma daquelas ideias que organizadores de casamento têm para ganhar uma graninha a mais e, assim como plaquinhas “divertidas” ou camisetas irônicas para a despedida de solteira – vi uma esses dias que dizia “quem comeu, comeu. Quem não comeu, não come mais”. Jura, gente? -, as pessoas compram como se fosse a melhor ideia do mundo sem pensar duas vezes. 

Quer uma dica? Não faça esse tipo de surpresa com seus amigos. Eles te amam, estão indo ao seu casamento desejando a você a maior felicidade do mundo e merecem um pouquinho mais de respeito do que serem tratados como buffet humano e você não é uma cafetina, certo?

Publicado terça-feira, outubro 28, 2014 por Erotika Toys

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terça-feira, junho 04, 2013

Quando o assunto é traição, a culpa geralmente cai sobre os homens. No entanto, um novo estudo mostrou que, na verdade, as mulheres têm mais probabilidade de ter um affair do que eles. As informações são do site Female First.

Segundo a pesquisa, quatro em 10 mulheres tiveram casos paralelos a uma relação séria, comparado a apenas 12% dos homens. Já 3/4 deles confessaram que já consideraram a traição, mas não consumaram o fato, contra 85% delas.

E as mulheres não ficam atrás nem mesmo em relação aos affairs de longo prazo: 14% delas admitiram que mantiveram um relacionamento clandestino, enquanto apena 4% deles assumiram o "crime". Ainda, o estudo concluiu que os indivíduos na faixa etária de 18 a 24 anos são mais propensos a trair por apenas uma noite, enquanto os mais velhos tendem a manter um affair.

No entanto, embora a pesquisa mostre que as mulheres são mais propensas a trair, Anthony Wright, do site de namoro Casuals, que conduziu o estudo, acredita que elas apenas são mais honestas sobre suas intenções. "Esses resultados são totalmente o oposto do que imaginamos. Mas pode apenas significar que as mulheres são mais honestas sobre sua desonestidade", disse.
 
Pessoas com insônia têm mais propensão a trair

Outro estudo, feito por sua vez pela Harvard, descobriu que pessoas que sofrem com insônia são mais propensas a trair seus parceiros, pois a parte do cérebro que governa o autocontrole é afetada pela falta de sono e pode levar a decisões ruins. As informações são do Daily Mail.

A região do córtex pré-frontal, responsável pelo autocontrole, é alimentada por glicose. A substância é usada ao longo do dia e reposta durante o sono. Sem glicose, segundo os cientistas, as pessoas podem sucumbir a tentações.

A equipe de pesquisadores descobriu uma diferença de apenas 22 minutos de sono entre os traidores e os fiéis. Por outro lado, pessoas com insônia tendem a sofrer baixa libido e necessidade de alimentos mais calóricos. 
Fonte: Terra

 


Publicado terça-feira, junho 04, 2013 por Erotika Toys

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sexta-feira, janeiro 06, 2012


Você já deve ter ouvido falar algo sobre o Second Love. Com o seu propósito pouco nobre, essa nova rede social já alcançou sucesso considerável em alguns países da Europa e agora chega ao nosso país.
Esse novo universo On-line é voltado para homens e mulheres casadas em busca de novas emoções para romper com a rotina da vida matrimonial. Uma rede social com um quê de Nelson Rodrigues.


De acordo com seus criadores o site possui mais de 217 mil usuários e em principio não incentiva a traição, apenas namoricos on-line, já que eles não obrigam ninguém a se inscrever. Além disse os criadores acreditam que os casais querem escapar à rotina e viver novas experiências mas, por vezes essas fantasias são realizadas com alguém do trabalho ou do círculo de amigos, e a maior parte dos casamentos termina por causa disso.


Daí a opção pelo anonimato no site. Os usuários inscrevem-se com apelidos e controlam quem vê suas fotos postadas na rede (enviando senhas de acesso para as pessoas que lhes interessarem). Para as mulheres, o site é gratuito, mas para os homens há uma taxa mensal de R$ 29,95. Na inauguração os primeiros mil internautas que se cadastrarem concorrem a um mês de gratuidade.
O site tem se popularizado bastante entre as classes AB e rapidamente está se espalhando por todo o território nacional. O que antes era uma brincadeira virtual, agora ganhou a chance de passar para o real. E você, o que acha disso tudo? Opinie! Deixe seu comentário para gente!

 Beijos até a próxima!

Publicado sexta-feira, janeiro 06, 2012 por Erotika Toys

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quarta-feira, junho 30, 2010

O post de hoje causa muita polêmica, e queremos saber o que você acha! Afinal, flertes virtuais são o não considerados como uma traição? A revista Marie Claire, antenada no assunto, levou o tema a um terapeuta sexual, que disse coisas bastante interessantes, veja só:

Meu marido costuma entrar em
sites de relacionamento e flertar
com mulheres virtualmente.
Afinal, isso é uma traição? 
A.F (RJ)

A possibilidade de levar as relações para o mundo virtual é um caminho para ampliar as oportunidades para todos nós. Com a tecnologia podemos encontrar amigos, trabalhar, nos educar e nos relacionar. Mas a questão fica mais conflituosa quando falamos de afeto e sexo.

Flertar nada mais é do que seduzir. Flertar é sentir-se apto a fazer o jogo da sedução e correr o risco de não ser correspondido, não significa um envolvimento. A internet entra no meio disso com uma ferramenta. Elas nos permite viver papéis diferentes dos que vivemos em nossas vidas reais, de maneira desinibida e menos responsável. Isso explica a explosão de sites de relacionamentos e seus desdobramentos no nosso dia a dia.

O virtual é a fantasia, e ela não é traição. É um aparato humano para a sobrevivência. Então, por que motivo tantos namoros e casamentos entram em crise por causa da internet?

Diria que por dois motivos:
1) A curiosidade sobre a sexualidade e o relacionamento, que resulta na busca eterna por "algo melhor". Queremos ter mais qualidade e passamos horas a navegar nos sites à procura de uma pessoa perfeita. O problema é que deixamos de viver a qualidade do dia a dia e o relacionamento real vai se desgastando.
2) Quando buscamos contato virtual, há algo no real que não vai bem. Vale a pena conversar com o seu marido e entender o que falta na relação de vocês. Se ela não estiver gostosa, o mundo virtual será muito mais atrativo. Nessa situação, as chances de um flerte virtual se tornar real aumentam.

Após um click, no entanto, desligamos e voltamos obrigatoriamente à realidade. Com a nossa mulher real, nossas dívidas reais, nossas dificuldades reais. E é bom lembrar que nada virtual é maior que o que vivemos com os cinco sentidos. Namoro, casamento, beijo na boca, carinho, cafuné, vinho, luz de velas, sexo com romance ou sem e todas as coisas boas da relação acontecem entre humanos. Por isso, cuide de você, sinta-se atraente. Flerte com seu parceiro.

A internet é uma realidade e não um inimigo. Temos de usá-la a nosso favor. Quem sabe você também possa ter um perfil virtual e conversar com seu parceiro pela internet, apimentando e estimulando a vida emocional e sexual de vocês de maneira real?
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 Como vocês puderam ver, o terapeuta acredita que traição na internet não existe. Mas e você, concorda com esse ponto de vista? Deixe seu comentário nesse post, que tal esquentarmos um pouco essa discussão?


Com carinho,
Clube Erótika


Publicado quarta-feira, junho 30, 2010 por Erotika Toys

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