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terça-feira, maio 12, 2015


Não tem coisa mais chata do que olhar para a calcinha e ver aquela marca de corrimento. Pior ainda quando é daqueles com cheiro. A boa notícia é que evitando alguns hábitos bastante comuns no dia a dia você também evita o aparecimento do corrimento.

Higiene demais
Você não precisar usar milhares de produtos para manter sua vagina limpa e sem cheiro. A combinação água e sabonete, uma vez por dia, já é suficiente. Quanto mais você usa produtos desnecessário, mais a flora vaginal se desequilibra, as bactérias e fungos bons dão lugar aos que causam prejuízo e o corrimento aparece. Menos é mais.

Roupas muito justas
A vagina precisa de ventilação. Se você usar uma calça justa o dia todo pode optar por dormir sem calcinha para compensar o abafamento sofrido.

Protetor diário
Você não precisa proteger a sua calcinha todos os dias. Absorventes devem ser usado apenas durante a menstruação. O protetor diário funciona como as roupas justas: abafam a vagina, desequilibram a flora vaginal e podem causar corrimentos – que vão fazer você precisar usar protetores diários e o ciclo nunca vai acabar!

Transar sem camisinha
Se o corrimento fosse o maior risco de fazer sexo sem proteção estava tudo ótimo, né?! Além de todas as questões que já são conhecidas, as DSTs mais leves podem causar corrimento que muitas vezes é ignorado e pode levar o quadro a uma infecção mais grave.

Lenços umedecidos
Você não é um bebê. Você não precisa usar lenços umedecidos cada vez que vai ao banheiro. Aliás, os lenços devem ser usados nos bebês apenas em situações em que eles não podem ser lavados com água e sabonete depois de ficar um bom tempo em contato com a urina na fralda. Se você não usa fralda e não ficou com xixi na sua roupa por muito tempo pode se secar apenas com o bom e velho papel higiênico.

Calcinhas de tecido sintético
Algodão é o tecido indicado para as calcinhas porque ele permite que a vagina respire. Os tecidos sintéticos podem ser lindos, mas abafam sua vagina e colaboram na proliferação de bactérias e fungos péssimos para a flora. Deixe as calcinhas de tecido sintético para ocasiões especiais.

Depilar demais
Tirar todos os pelos abre caminho para as famosas bactérias e fungos ruins. Se você gosta de depilar tudo, escolha uma época para isso, como o verão, e aproveite o inverno para deixar sua vagina se recuperar de toda a agressão que a depilação leva para o corpo.


Publicado terça-feira, maio 12, 2015 por Erotika Toys

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sexta-feira, dezembro 19, 2014


Sol, praia, biquíni, piscina, churrasco com os amigos e diversão. O verão é a estação do ano mais esperada para quem pode tirar férias e curtir tudo de bom que o calor pode oferecer. Mas nem tudo são flores. Com todo esse calor, algumas doenças aproveitam para se instalar na sua vagina. 

Tome certos cuidados e evite que as doenças atrapalhem seus dias de sol! As atitudes básicas que servem para evitar qualquer doença são: 
- Não permanecer por mais de três horas com roupas de banho úmidas ou molhadas; 
- Não compartilhar sabonetes, peças íntimas ou toalhas; 
- Usar roupas leves; 
- Optar por sabonete neutro; 
- Secar roupas íntimas ao sol; 
- Alimentação balanceada 

Conheça as principais doenças do verão: 

Candidíase
Sintomas: coceira e ardência vaginal, dor ao urinar e corrimento branco granulado
Causas: fungos
Como evitar? Usar biquíni molhado ou úmido por muito tempo causa um ambiente propício para a proliferação de fungos 

Tricomoníase
Sintomas: corrimento amarelo, coceira, dor e ardência ao urinar
Causas: parasita transmitido por relação sexual
Como evitar? Sexo com proteção e não manter biquínis úmidos no corpo 

Vaginose bacteriana
Sintomas: corrimento amarelo ou branco-acinzentado, com cheiro forte e coceira
Causas: bactéria
Como evitar? Manter a vagina ventilada. Dormir sem calcinha é uma boa atitude.





Publicado sexta-feira, dezembro 19, 2014 por Erotika Toys

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quinta-feira, outubro 09, 2014


Aqui vai um conselho para você: concentre-se no clitóris. Um estudo publicado na revista Clinical Anatomy garante ter descoberto a chave para o orgasmo feminino. A pesquisa afirma que não há orgasmo vaginal, clitoriano ou mesmo o tão perseguido ponto G, e que o “orgasmo feminino” deve ser usado como um termo geral para descrever qualquer momento em que uma mulher atinge o seu clímax.

Estimulação do clitóris é mais importante que a penetração

Até então, acreditava-se que as mulheres poderiam chegar ao orgasmo através de relações sexuais com penetração, e que os orgasmos através do ponto G, da vagina ou do clitóris diferiam um do outro. Mas, de acordo com cientistas, a maioria das mulheres em todo o mundo não consegue atingir o orgasmo durante o sexo apenas com a penetração, e a estimulação do clitóris é muito mais importante do que todo o resto que acontece durante o sexo.

O clitóris é a zona mais erógena do corpo feminino, muitas vezes chamado de “pênis feminino” porque é feito do mesmo tipo de células que o pênis masculino. Além disso, é possível que qualquer mulher atinja o clímax se seus órgãos eréteis — que incluem o clitóris, os bulbos vestibulares e o tecido esponjoso — forem efetivamente estimulados.

Depois da ejaculação masculina, o sexo não acaba para a mulher
O sexologista e co-autor da pesquisa, Dr. Vincenzo Puppo, diz que a ejaculação masculina não significa necessariamente o fim do sexo para a mulher. “O toque e o beijo podem continuar quase que indefinidamente, e os atos sexuais que não envolvem a penetração do pênis na vagina podem ser usados para proporcionar o orgasmo na mulher.

O tamanho do clitóris afeta o orgasmo dela 

Os pesquisadores disseram que, embora o orgasmo seja complexo, o tamanho e a localização do clitóris podem ser fundamentais para que a mulher sinta prazer durante o sexo. Segundo o estudo, mulheres com problemas para chegar ao orgasmo geralmente têm o clitóris menor e localizado mais longe da vagina. 

As descobertas feitas pelos cientistas podem levar a novos tratamentos para mulheres que sofrem de anorgasmia — disfunção sexual em que a pessoa não consegue atingir o orgasmo. Dez das mulheres avaliadas reportaram ter raramente (ou nunca ter) chegado ao clímax apesar das tentativas. Já o restante afirmou ter experiências normais durante o sexo. As mulheres que disseram ter problemas para chegar lá tinham clitóris menores e localizados mais longe da vagina. 

Publicado quinta-feira, outubro 09, 2014 por Erotika Toys

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