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terça-feira, outubro 21, 2014

Pesquisadores italianos detalham área - e não um único ponto - da anatomia feminina que pode aumentar o prazer. Especialista alerta para os riscos da obrigação do orgasmo e da repressão sexual que assume novas formas.
O prazer feminino pode ser reduzido a um único ponto? Desacreditado nas comunidades científicas, mas ainda presente no imaginário das quatro paredes do mundo ocidental, o ponto G já foi responsável por frustrações e até mesmo por algumas mentirinhas entre aqueles que se gabam de tê-lo encontrado.


“Nunca acreditei que a sexualidade feminina pudesse ser reduzida a um ponto”, diz Gerson Pereira Lopes, membro do Comitê de Sexologia da Associação de Ginecologistas e Obstetras de Minas Gerais (Sogimig) e autor de mais de 15 livros. Ao longo das últimas décadas, no entanto, desde que a existência de um ponto G foi sugerida em 1950, pelo médico alemão Ernst Grafenberg, houve um desfile de “professores do sexo”, consultores de produtos eróticos e também médicos ensinando como alcançá-lo. De seu lado, a ciência se movimentou em torno da controvérsia.
Desacreditado nas comunidades científicas, mas ainda povoando piadinhas e frequentando o imaginário das quatro paredes do mundo ocidental, o ponto G já foi responsável por frustrações e até mesmo por algumas mentirinhas entre aqueles que se gabam de tê-lo encontrado. Em artigo publicado na última edição da revista científica Nature Reviews Urology, pesquisadores italianos descreveram uma área, bem mais complexa que um único ponto, que seria a responsável por aumentar e concentrar o prazer sexual feminino. 
O grupo de médicos, liderado pelo professor de endocrinologia e sexologia Emmanuele Jannini A., reforça que a busca da estimulação com foco em apenas um ponto é prejudicial. A área descrita no artigo ganhou o nome de CUV – sigla que designa uma junção das palavras clitóris, uretra e vagina – e foi identificada por meio de exames de imagem e de marcadores químicos. “Embora não haja uma única estrutura, consistente com um ponto G, destacamos que a vagina não é um órgão passivo. É altamente dinâmica, com papel ativo na excitação sexual. Suas relações anatômicas e interações com o clitóris, o útero e a uretra definem uma área complexa, multifacetada e morfofuncional que, quando devidamente estimulada durante a penetração, poderia induzir respostas orgásticas”, afirma o artigo.
Este não é o primeiro estudo a sugerir que o ponto G não passa de uma lenda, em 2010, o Kings College London não encontrou qualquer evidência da folclórica região erógena. Um pouco depois, em 2012, urologistas do hospital universitário de Yale, em Connecticut, também haviam chegado à conclusão de que “medidas objetivas não conseguiram estabelecer evidências consistentes de um único ponto anatômico similar ao ponto G. Muitas mulheres sentem-se culpadas por não encontrarem esse ponto. Na verdade, a realidade é que ele, evolutivamente, nem mesmo deveria existir", dizem os pesquisadores. 
O professor Jannini afirmou, como conclusão de seu novo trabalho, que espera “encerrar discussões sobre o Ponto G” e “ajudar a evitar danos à àrea CUV em cirurgias”.
 
 
Imagem ecográfica do complexo CUV, mostrando o arco duplo formado pelo corpo cavernoso do clitóris e bulbos. Entre a vagina e o arco duplo, a uretra é visualizada.
 
Já existem até tratamentos voltado para a nova “área do prazer”. O médico norte-americano Sam Wood oferece injeções aplicadas no clitóris e na primeira porção vaginal, prometendo mais sensibilidade para mulheres que passaram por traumas pélvicos ou pela menopausa. A aplicação envolve a retirada do sangue da paciente, com a separação das plaquetas. Elas são reinjetadas e estimulariam o crescimento de novas células, vasos sanguíneos e colágeno, o que tornaria a região mais sensível. A ideia é semelhante à de um controverso procedimento de rejuvenescimento sanguíneo para o rosto, adotado por celebridades estadunidenses.
 
Guerra do sexo
“Nunca li qualquer atigo científico que tivesse sequer levantado a hipótese de que a sexualidade masculina se resumiria a um único ponto. Para mim, a sugestão da existência de um ponto G sempre foi uma forma de repressão subliminar à mulher”, provoca Gerson Pereira Lopes.
O ginecologista, que já atendeu pessoas impressionadas com os gurus que vão à televisão explicar como encontrar o ponto mágico, explica: a região da parede anterior superior da vagina, que pressiona e se aproxima do clitóris, realmente é considerada mais sensível. “As mulheres relatam essa sensibilidade não é de hoje. Ela é percebida na masturbação e na própria relação sexual com o outro. Entretanto, não é aceitável que o prazer sexual e a sexualidade sejam reduzidos a um ponto, a uma área ou à genitalidade em si”, pondera, incisivo. “O ponto G só valeu a pena comercialmente”, completa o médico.
Lopes chama a atenção também para o fato de que, por mais que haja 'gatilhos' do prazer, as travas psicológicas, culturais e sociais também precisam ser superadas. “Todo o corpo é erotizado. Até mesmo os pelos que cobrem nossa pele. Antes, acreditava-se que só o couro cabeludo tinha essa propriedade, mas hoje já se sabe que vale a pena testar outras possibilidades. Portanto, se apenas uma área for alvo do toque e da carícia, pela busca obrigatória do orgasmo, mais difícil será alcançar o prazer”, ensina o sexólogo.
O especialista considera que essa 'obrigação do orgasmo' traz, na verdade, uma ansiedade de performance. “Esse sentimento está cada vez mais comum entre as mulheres jovens, que já não se preocupam tanto com o ponto G. Mas elas se preocupam mais com seus 'deveres' do que com seus 'direitos' nas relações. Não existe 'eu posso ter orgasmo' e sim 'eu tenho que ter orgasmo'. É uma ditadura, fruto da imposição das necessidade masculinas na sociedade como um todo, que resume o prazer a um único momento e à performance mitificada, inclusive pela mídia”, alerta.
Gerson Lopes acrescenta que, se a satisfação sexual não pode ser reduzido a um único ponto, também não pode ser reduzido a alguns segundos. “O orgasmo dura, em média, de seis a dez segundos, ou seja, um décimo de minuto. Já o prazer é um conjunto do toques, sensações, falas. Hoje, vemos que as mulheres estão optando por mentir, assim como já fazia parte dos homens, e contam às amigas que sentem orgasmos sensacionais, múltiplos, especiais, pirotécnicos. Isso não passa de uma ignorância – falta de informação – associada à ditadura da performance”, frisa o ginecologista.
 
Brincar é importante
A velocidade dos meios de transporte, das carruagens aos jatos que ultrapassam a velocidade do som, são metáforas muito comuns para exemplificar como a noção de tempo mudou e como o ritmo frenético implantou-se na vida cotidiana. Faltam tempo e espaço para desacelerar – no lazer, na saúde, no prazer. "O turista fotografa exaustivamente os lugares visitados, para ver depois. Não há tempo para viver a experiência. Também no sexo, vale mais o resultado do que o processo. A travessia é desprezada. A cultura da rapidez e do imediatismo engoliu o brincar. Quando meu foco está no 'fim', deixo de enxergar o processo. E deveria ser o contrário: a travessia é o que importa; o resto é consequência”, destaca Gerson Lopes.
Para o especialista, sexo não é para ser medido e comparado como se fosse um produto igual a qualquer outro, com características padronizadas. Por isso, é preciso muito cuidado e reflexão antes de se recorrer a uma intervenção cirúrgica ou a medicamentos que prometem 'melhorar' a performance. “Um paciente que chega ao consultório depois de ter recorrido a várias medidas artificiais e ouviu promessas miraculosas que não deram certo demanda mais tempo para evoluir. A pessoa já chega desacreditada. Temos que, sempre que possível, 'baixar a bola' dessa ditadura do orgasmo, da estética, das relações perfeitas, do desempenho”, conclui o ginecologista.

Fonte: Saúde Plena / Letícia Orlandi

Publicado terça-feira, outubro 21, 2014 por Erotika Toys

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terça-feira, abril 16, 2013

A gente não cansa de ver a discussão a respeito de tamanho do pênis, quem não conhece o velho ditado: "Quanto maior, melhor?". Entre estudos e opiniões pessoais, muito já se falou sobre o assunto. Porém, agora a polêmica vem de um estudo australiano que concluiu: o tamanho do pênis do homem pode sim torná-lo mais atraente para as mulheres. Os pesquisadores indicaram ainda que quanto mais alto for o homem, mais influente é o tamanho do pênis.

Uma equipe da Universidade Nacional da Austrália, em Canberra, recrutou 105 mulheres para o teste. Elas avaliaram diversas figuras masculinas de corpo inteiro, geradas por computador. As participantes deveriam avaliar quão atraente era cada um dos homens nas imagens, mas não foram avisadas sobre os objetivos do estudo, para não influenciar os critérios de avaliação.

O primeiro ponto observado pelos cientistas é que os homens mais altos e com ombros mais largos fazem mais sucesso – o que já era cientificamente comprovado.

Também ficou claro para os pesquisadores que o pênis grande também foi um fator importante para determinar a preferência feminina. No entanto, o efeito vale como uma vantagem para os homens que já seriam considerados atraentes, e não tem tanto peso nos homens que não têm as outras características citadas.

“Para falar francamente, se você for baixo e tiver formato de pera [ombros estreitos e barriga grande, um pênis grande não vai te tornar mais atraente”, definiu Michael Jennions, um dos autores do estudo, em material de divulgação da universidade australiana.

Em média, as mulheres olharam apenas três segundos para cada uma das imagens. Segundo os pesquisadores, o tempo não é suficiente para refletir sobre os prós e contras de cada homem, o que mostra que a preferência pelos pênis maiores é, de certa forma, inconsciente.

Além de responder a uma antiga dúvida masculina, o estudo publicado pela “PNAS”, revista científica da Academia Nacional de Ciências dos EUA, gera uma hipótese sobre a evolução humana.

Em comparação com outros primatas, o homem tem o pênis relativamente maior. Com o atual estudo, os autores sugerem que a preferência feminina pode ter levado a uma seleção desta característica nos machos, o que explicaria o tamanho diferenciado do pênis humano.

Fonte: G1



A polêmica não para por aqui, a gente sabe que ainda vão falar muito sobre esse tema, e nós, é claro vamos acompanhar de perto!



Publicado terça-feira, abril 16, 2013 por Erotika Toys

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terça-feira, abril 02, 2013

Quem diria que a clássica desculpa para não transar — a dor de cabeça — poderia ser aliviada justamente com... sexo! Num estudo recente da Universidade de Munster, na Alemanha, pesquisadores recomendaram que pacientes com enxaqueca tivessem relações sexuais durante uma crise. Dos que levaram a experiência adiante, a maioria relatou melhora ou desaparecimento dos sintomas. O trabalho foi publicado na revista Cephalalgia.

A explicação foi de que o sexo estimula a liberação de endorfinas — substâncias ligadas ao bem-estar — pelo cérebro, o que alivia a dor.

— Não que a relação sexual seja um remédio, mas se a causa da dor de cabeça for estresse, a pessoa vai relaxar e a dor tende a diminuir — comenta o terapeuta sexual Arnaldo Risman. — Mas é preciso estar com vontade de fazer sexo. Se não, a dor de cabeça até aumenta!

Dor piorou
A maior parte dos voluntários da pesquisa da Universidade Munster preferiu não transar durante a crise. Também participaram do estudo outros pacientes, com a chamada cefaleia em salvas, um determinado tipo de dor de cabeça. Mas, nesse grupo, a maioria dos que aceitaram fazer sexo com dor disse que a experiência só fez piorar o problema.

Vida sexual ativa auxilia o tratamento
De acordo com a neurologista Carla Jevoux, sexo não é terapia para dor de cabeça, mas pode contribuir com o tratamento.
— O paciente pode ajudar o médico mantendo hábitos de vida saudáveis, que incluem a vida sexual ativa, a prática de exercícios e a não ingestão de alimentos que desencadeiam crises. Isso diminui a frequência e a intensidade das dores — diz.
No entanto, segundo a médica, manter relações durante crises de dor não é simples, já que a pressão intracraniana aumenta na transa e tende a piorar o problema.
Curiosamente, dois dos 150 tipos de dor de cabeça existentes são as cefaleias pré-orgástica e orgástica, que ocorrem antes e durante o orgasmo, respectivamente. Caracterizada por uma sensação de peso, a dor é bilateral e dura de um minuto a duas horas. Em geral, ela aparece em um período da vida e desaparece sem tratamento.

Confira abaixo alguns benefícios gerados pela prática regular de sexo:

Combate a dor de cabeça - você pode acabar com as dores de cabeça se fizer sexo regularmente. Orgasmos liberam analgésicos naturais, como a ocitocina e endorfinas, além da serotonina que alivia o estresse e combate a dor de cabeça.

Prolonga a vida - pessoas que fazem sexo duas vezes por semana têm 50% de chances de viver mais do que as que não fazem, de acordo com médicos da Universidade de Bristol. A evolução da medicina permite que até os mais velhos pratiquem o ato. Um estudo com 6 mil pessoas descobriu que 40% das pessoas entre 75 e 85 anos ainda mantinham o sexo regular.

Evita doenças do coração - fazer sexo pode diminuir os riscos de infarto e acidente vascular cerebral, de acordo com um estudo da univerduade Queen Belfast. Uma pesquisa do New England Research Institute descobriu que a prática duas vezes por semana pode reduzir o risco de infarto em 45%. Se o sexo for feito três vezes por semana, a redução é de 50%. A produção de endorfina durante o sexo ajuda a neutralizar os hormônios de estresse no corpo.

Reduz câncer - o sexo pode combater certos tipos de câncer. Um estudo do British Journal of Urology descobriu que homens que atingem cinco ou mais orgasmos por semana quando têm 20 e poucos anos têm menos risco de câncer de próstata aos 30. Uma pesquisa na França mostrou que mulheres que praticam sexo mais de uma vez por mês têm menos chance de ter câncer de mama.

Aparência jovem - o sexo é uma ótima forma de manter a aparência jovem. Um estudo com mais de 3,5 mil homens e mulheres descobriu que aqueles que aparentavam de sete a 12 anos mais novos do que eram gostavam de fazer sexo três vezes por semana. A ação melhora a circulação e aumenta o suprimento de oxigênio na célula.

Melhora a imunidade - cientistas dos Estados Unidos descobriram que praticar sexo uma ou duas vezes por semana melhora o sistema imunológico em 30%. O sexo matinal melhora os níveis de hemoglobina, um anticorpo que combate infecções.

Reduz diabetes - o sexo pode reduzir o risco do diabetes tipo 2, por melhorar a ação da insulina, segundo um estudo da Journal of the American Medical Association. Além disso, o desempenho sexual pode indicar problemas de saúde. Disfunção erétil, por exemplo, pode ser sinal de problema no coração.

Melhora a relação - o sexo libera endorfina e hormônios que ajudam na aproximação emocional. Durante o orgasmo, homens liberam a molécula da monogamia, que dá a sensação agradável de estar em casa e vontade de não querer deixá-la.
 
Quer melhorar sua saúde? Faça sexo!
 
 

Publicado terça-feira, abril 02, 2013 por Erotika Toys

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terça-feira, novembro 20, 2012

Talvez seja uma notícia dura para muitos maridos, namorados e amantes, mas não são poucas as mulheres que estão com saudades de seus relacionamentos anteriores. Hoje elas admitem que o sexo era melhor com o ex do que com o parceiro atual -- e isso não significa que você não está dando conta do recado. 

Pelo menos é o que afirma um estudo realizado pela empresa de brinquedos eróticos britânica Lovehoney. O trabalho -- que envolveu 1.100 homens e mulheres -- revelou que 38% delas acreditam ter vivido as melhores experiências sexuais com amores passados. Enquanto isso, apenas 29% dos homens disseram que transar com uma ex vale mais a pena em termos de prazer. 

A sexóloga Tracey Cox, responsável pela pesquisa, disse que essa síndrome de que “tudo era melhor antes” no quesito sexo não é novidade. “As mulheres não tendem a se casar com os caras com quem tiveram a relação sexual ‘ideal’. Elas se casam movidas por atributos mais ‘sensíveis’ -- como fidelidade e inclinação para a paternidade. Recebo muitos e-mails de mulheres dizendo que amam seus maridos, porém têm fantasias sexuais com seus ex-namorados”, explica Cox. 

Para ela, não se trata de arrependimento quanto aos parceiros de longa data: é puramente carnal. “Elas realmente sentem saudades do sexo de qualidade que tiveram um dia”, salienta a especialista. As respostas também mostraram que o relacionamento na cama melhora com a idade, embora 7% dos homens considerem a pessoa com quem tiveram a primeira vez a mais top entre quatro paredes. 

Você assume que curte mesmo é um sexo casual? Quanto a essa modalidade houve consenso entre homens e mulheres -- a maioria concordou que o famoso “uma noite e nada mais” não chega perto da transa que envolve “amor” e “paixão”. Ainda assim, 4% delas e 3% deles disseram que a melhor noitada foi casual, e somente 1% apontou as aventuras sexuais de final de semana como as mais Roots. 

Pelo visto, a sua lista de ex-namoradas não é tão perigosa quanto às delas. De acordo com a pesquisa, enquanto boa parte dos homens confessou preferir suas atuais parceiras debaixo dos lençóis a qualquer ex (71%), apenas 62% das entrevistadas pensam da mesma maneira. 

A partir dos resultados, Cox conclui que as mulheres estão se tornando mais sexualmente assertivas -- e bem mais preparadas para admitir a insatisfação com o relacionamento. Mas na hora de experimentar outras possibilidades na relação sexual, os homens são os primeiros da fila -- 26% garante que o que torna uma transa inesquecível são as novidades e situações inusitadas. Já as gatinhas não se empolgam tanto em sair do convencional (17%). Os brinquedos sexuais também são mais importantes para os homens (25%) do que para as mulheres (14%), enquanto 9% delas e 11% deles afirmaram se excitar com o risco de ser pego. Onde será que foram parar os cafajestes?

Publicado terça-feira, novembro 20, 2012 por Erotika Toys

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terça-feira, novembro 06, 2012

Será que o medo de falhar ainda influencia muitas relações por ai? A aparencia é importante? Com perguntas deste tipo a Pfizer realizou uma pesquisa intitulada Mosaico Brasil e tiveram resultados surpreendentes. Sob coordenação da professora Carmita Abdo, o estudo inclui homens e mulheres acima de 18 anos em 10 capitais do País.

A maioria dos homens do Rio de Janeiro e Minas Gerais acredita que a satisfação com a relação sexual está associada à capacidade de não falhar (68,0% dos homens cariocas e 66,9% dos mineiros). Para cariocas e mineiros, o sexo é importante para a harmonia do casal e a realização sexual depende do envolvimento entre os parceiros.

Aproximadamente 73,6% dos homens cariocas e 71,8% dos mineiros não temem que a idade atrapalhe o seu desempenho sexual. Os cariocas, como era esperado, dão mais valor à aparência física que os mineiros. Para 48,9% deles o aspecto físico da parceira é sempre um importante estímulo sexual.

Para os paulistas, o sexo é importante ou muito importante para a harmonia do casal, na opinião de 95,5% das mulheres e 96,9% dos homens. Já o desempenho sexual é uma preocupação freqüente para 60,9% dos homens. Entretanto, menos da metade das paulistanas - 43,8% - está preocupada com seu próprio desempenho.

O estudo ouviu 1.526 homens e mulheres com mais de 18 anos na capital paulista. E também detectou que as paulistanas acreditam que a atividade sexual só é menos importante do que ter uma alimentação saudável e tempo de convivência com a família.

Para os homens paulistanos, o sexo cai para o 4º lugar em um ranking de 10 itens, perdendo para alimentação saudável, tempo de convivência com a família e prática de exercícios físicos.

Para mais de 70% das mulheres e homens, a realização sexual depende de ambos os parceiros. Entre paulistanos e paulistanas que entendem sexo e afetividade como situações distintas, consideram-se realizados apenas no plano sexual (e não no plano afetivo) 16% dos homens e 7,9% das mulheres.

Quando questionados sobre o receio de decepcionar o parceiro na relação sexual, as mulheres são mais confiantes: 54,7% delas não têm medo de decepcionar na hora do sexo. Por outro lado, apenas 38,5% dos paulistanos não têm medo de decepcionar a parceira.

Os homens dizem ter três relações sexuais por semana, em média e as mulheres responderam ter duas.

Cerca de 45% dos homens participantes do Mosaico Brasil conseguem “sempre” obter ereção e manter o pênis ereto em uma relação sexual.

Por outro lado, 46% dos entrevistados sinalizaram algumas falhas, mas disseram manter a ereção na maioria das vezes.

Quando perguntados sobre a reação de suas parceiras frente à falha de ereção, 34,8% dos homens responderam nunca terem falhado. Essa porcentagem é semelhante nas respostas das mulheres: 33% afirmam que o parceiro “nunca” falhou.

Dentre os participantes que decidiram usar um medicamento para melhorar a ereção, 32,3% dos paulistanos não consultaram suas parceiras antes. Entretanto, a pesquisa revela que as mulheres convivem bem com o uso: somente 8,1% das mulheres de São Paulo foram totalmente contra.

Bem interessante essa pesquisa! Ótima para você, consultor, se informar e saber como conversar sobre esses assuntos com seus clientes!


Espero que tenham aproveitado.


Beijos, até a proxima.

Publicado terça-feira, novembro 06, 2012 por Erotika Toys

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segunda-feira, setembro 03, 2012

Se você ainda não decidiu o que quer ser quando crescer, é melhor pensar bem, pois parece que a atuação na cama está associada à profissão que exercemos. Uma pesquisa realizada pelo site Redbook revelou que os artistas e os trabalhadores da construção civil são os amantes preferidos delas entre quatro paredes.

O estudo foi realizado com 400 mulheres casadas, e as entrevistas revelaram que as atividades realizadas no dia a dia pelos homens influenciam no comportamento na cama. Os artistas, os empreiteiros, os mecânicos e motoristas de caminhão ficaram nas primeiras colocações. Os trabalhadores de fábricas e especialistas em computação ficaram no fim da lista. Confira os principais resultados:


Artistas
45% das esposas revelaram que o sexo é excelente
100% delas afirmaram que eles se preocupam com as preliminares
73% estão plenamente satisfeitas na cama com os maridos

Empreiteiros e trabalhadores da construção civil
58% delas faz sexo mais que duas vezes por semana (frequência alta)
60% deles fazem sexo oral nelas
57% delas classificaram o sexo como excelente ou muito bom

 Motoristas de caminhão e mecânicos
61% das esposas os classificaram como os melhores no sexo oral (índice mais alto da pesquisa para essa questão)
95% deles se preocupam com as preliminares
39% delas revelaram ter uma vida sexual excelente


Proprietários de pequenas empresas
46% deles aceitam testar novas posições e brinquedos eróticos (sendo os mais propensos a isso entre todos)
100% das esposas afirmaram ter sintonia durante todo o tempo da relação
Eles são seis vezes mais propensos que a média para aceitar transas com chicotes e algemas


Engenheiros e arquitetos
71% deles se preocupam em ter certeza de que suas esposas estão satisfeitas
92% dos maridos arquitetos se preocupam com as preliminares
29% deles aceitam introduzir aparelho alimentados por bateria à relação (duas vezes mais propensos que a média geral da pesquisa)


Gerentes e supervisores
38% das esposas classificou o sexo como excelente
74% deles são, no mínimo, bons em sexo oral
45% deles são considerados carinhosos na cama (sendo a profissão com o maior índice nesse item da pesquisa)


Homens uniformizados (bombeiros ou policiais)
84% delas consideram sua vida sexual excelente ou muito boa
25% deles (duas vezes mais que a média) pulam as preliminares
35% das esposas queriam que eles fossem mais ousados


Carteiros
Eles são os mais propensos a fazer sexo todo o dia (14%)
20% deles aceitam realizar um fetiche (três vezes mais que a média geral)
74% desses maridos aceitam o não da esposa na hora do sexo (acima da média)


Homens que usam terno (advogados, politicos, economistas etc.)
42% deles querem fazer sexo todos os dias
46% dos maridos querem experimentar novos lugares
92% das esposas aprovam as preliminares, dizendo que elas duram o suficiente


Trabalhadores da área da saúde
44% das esposas afirmaram que eles são muito carinhosos e românticos
55% delas os considera “the best of the best” no sexo oral
Foram os reprovados no quesito preliminares, já que 34% delas afirmaram que o momento dura pouco


Professores e trabalhadores do governo
Eles estão entre os que menos aceitam um não na cama (43%)
100% das esposas recebem preliminares
30% delas consideram a relação rápida demais


Trabalhadores de fábricas
59% das esposas acham que o sexo poderia ser melhor
Eles estão entre os mais ousados (29% delas afirmaram que essa é a coisa mais sexy neles)
36% deles aceitam experimentar novas posições e brinquedos eróticos


Técnicos e especialistas em computação
Eles são os menos propensos a fazer sexo quando apenas as esposas querem (17%)
Apenas 56% gostam de receber sexo oral (a média é de 72%)
Esses maridos também são os que menos praticam o sexo oral (31%)
Nenhum deles aceita usar “brinquedos” movidos a bateria durante a relação


E ai, você que tem um parceiro em uma dessas profissões, encaixou? Compartilhe!


Beijos, até a próxima.

Publicado segunda-feira, setembro 03, 2012 por Erotika Toys

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segunda-feira, agosto 13, 2012

Você deve conhecer uma pessoa irritada, triste, aquelas famosas mal amadas. Correto? Então, releve isso tudo, pois esses sintomas são de insatisfação sexual.

Lá em Londres, um grupo de cientistas estão pesquisando o efeito do Orgasmo no nosso cérebro, e o eles perceberam que no momento do ápice sexual é como se ocorresse um show de fogos de artificiais, ou então como eles chamam, “uma sinfonia do cérebro”. Além dessa beleza toda, o novo estudo mostra que o ato ajuda a prevenir doenças físicas e mentais. Que maravilha, não?

Estudos sobre o orgasmos estão por todas as partes, cientistas da Universidade de Rutgers, nos Estados Unidos, determinaram que o orgasmo ativa mais de 80 diferentes regiões do cérebro. Utilizando imagens de ressonância magnética do cérebro de uma mulher de 54 anos enquanto tinha um orgasmo, os cientistas descobriram que, no ato, quase todo o cérebro se torna amarelo, o que indica que o órgão está praticamente todo ativo. Os níveis de oxigênio no cérebro também refletem um espectro que vai desde o vermelho intenso até um amarelo claro, e isso tem um impacto em todo organismo.

A pesquisa mostrou como a atividade cerebral iniciada pelo orgasmo se propaga por todo o sistema límbico que é relacionado às emoções e à personalidade. Por isso, acreditam que o orgasmo é uma parte essencial de uma personalidade sadia.

Uma explicação para a pessoa ficar irritada e triste com a falta do orgasmo é que toda essa energia que ela iria liberar, fica represada, parada, causando assim uma grande frustração.

A saúde física e psíquica estão vinculadas à satisfação sexual proporcionada pelo orgasmo.

A ausência do prazer sexual pode provocar transtornos mentais, os cientistas ainda destacam que muitos dos problemas de cunho social ou profissional estão vinculados à insatisfação sexual. Um bom exemplo é a ansiedade, que é um dos transtornos mais relacionados com a ausência do orgasmo e muito comum hoje em dia.

E ai gostaram? Que tal aproveitar essas informações e caprichar mais ainda na hora H?

Beijos até a próxima.

Publicado segunda-feira, agosto 13, 2012 por Erotika Toys

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